Educação de Tabira realiza formação para profissionais do programa de Ensino Integral da Rede

Na última quarta-feira (22), os profissionais que compõem as escolas de tempo integral da Rede Municipal de Tabira estiveram reunidos participando de formação pedagógica tendo como foco principal as premissas do ensino integral para a rede. 

A Rede Municipal de Ensino de Tabira conta seis escolas de tempo integral, o projeto que consiste na formação integral dos estudantes através uma matriz curricular diferenciada no contra turno que articula, de forma interdisciplinar e multidisciplinar, os componentes curriculares da Base Nacional Comum Curricular / Formação Geral Básica, com a parte diversificada/Itinerário Formativo, proporcionando aos estudantes a construção de conhecimentos, competências e habilidades.  

No município, escolas que ofertam essa modalidade na zona urbana são: Escola Municipal Adeildo Santana Fernandes, Escola Municipal Antônio Nogueira e Escola Municipal José Odano e no Povoado da Borborema a Escola Cônego Luiz Muniz do Amaral. 

O encontro teve como público-alvo gestores, coordenadores, professores e monitores que atuam nas escolas que compõem a rede integral de ensino e na ocasião foram debatidas temáticas que incluem a perspectiva de tornar o ambiente escolar solidário, colaborativo e acolhedor com vistas para a melhoria do ensino e da aprendizagem dos estudantes. 

Foram debatidos, ainda, temas como currículo, habilidades e conteúdos que estão sendo vivenciados nesse primeiro semestre através da grade de disciplinas ofertadas pelo ensino integral, uma vez que difere das demais escolas da rede. 

Por fim, as escolas puderam também apresentar experiências exitosas que já vem realizando dentro das premissas do ensino integral municipal, tais como: Projeto de Saúde e Meio Ambiente vivenciado na Escola Cônego Luiz, Projeto Esporte Letrando coordenado pela professora Socorro Ramalho.

Fonte: Blog do Nill Junior

Em Tabira aumento para os professores só será em julho

 Os professores da Rede Municipal de Ensino de Tabira vão ficar o primeiro semestre de 2023 sem ver a cor do aumento no piso salarial determinado pelo governo federal.

No Sertão do Pajeú o cenário é de divisão. Enquanto alguns municípios já sinalizaram positivamente para o aumento no salário dos professores, Iguaracy é um exemplo, outras cidades seguem postergando o aumento, Tabira é um caso desse tipo.

A prefeita Nicinha Melo (MDB), informou à secretária de Educação, Lyedja Barros, e à coordenadora do Sindupron, professora Dinalva Lima, através do ofício 054/2023, emitido em 21 de março, o cronograma do piso salarial.

Segundo o ofício, o reajuste no piso salarial do magistério referente ao exercício de 2023 só acontecerá no mês de julho. Ou seja, os professores passarão o primeiro semestre sem ver a cor do dinheiro.

Ainda segundo o ofício, a promessa da prefeita tabirense é que no mês de abril recebam o complemento do piso referente a 2022.

Via: Blog do Marcelo Patriota

GREVE DOS PROFESSORES: Professores do Recife deflagram greve e pressionam João Campos a pagar o piso

Professores e professoras do Recife deflagraram greve na manhã desta terça-feira (21). A decisão foi anunciada em assembleia realizada pelo Sindicato Municipal dos Profissionais de Ensino da Rede Oficial do Recife (Simpere), no Teatro Boa Vista.

A categoria almeja reajuste de 14,95% por parte da prefeitura, em adesão ao piso salarial exigido pelo MEC. Segundo o órgão, a gestão João Campos negou o valor e ofertou valor muito abaixo do solicitado.

O sindicato diz que a prefeitura apresentou proposta de 6,95% para todas as faixas a partir de março, e os 8% restantes em julho, em forma de abono.

Greve dos professores do Recife

Os profissionais do município haviam entrado em estado de greve no último dia 8. Segundo Jaqueline Dornelas, coordenadora do Simpere, os professores decidiram pela deflagração por se sentirem frustrados na negociação.

“Deliberou por decretar greve por não termos sido atendidos no pleito, que é a aplicação integral do reajuste do piso nacional da categoria, que é de 14,95% para professores ativos e aposentados”, disse.

Ela reforça, porém, que a decisão de hoje não significa a paralisação imediata das aulas.

“Marcamos uma assembleia para o próximo dia 29, onde a categoria novamente vai estar reunida para, então, decidir, parar as atividades ou não”.

Sobre a proposta da prefeitura, de pagar parte do reajuste como abono, ela afirma que a categoria rechaçou por unanimidade.

Isso não é valorização. A categoria rejeitou e não houve voto contrário. Rejeitamos porque abono não é salário e não valoriza a categoria“.

“É importante denunciar que a prefeitura retirou R$ 20 milhões do orçamento da educação pública para pagar a dívida. Se há dinheiro, qual é o motivo de não valorizar profissionais da educação que tanto se dedicam às escolas públicas da cidade? É preciso pagar o reajuste justo e para todas as professoras e professores, aposentados e ativos. É a luta do Simpere”.

Fonte: JC

Nas escolas, 900 mil brasileiros com mais de 40 anos buscam alfabetização e enfrentam preconceito

O preconceito enfrentado por alunos com mais de 40 anos no ensino superior ficou evidente após o caso da universitária hostilizada por colegas em Bauru (SP) na última semana. Mas os obstáculos não param por aí.

Há 900 mil adultos e idosos, a partir dessa mesma idade, que estão matriculados em escolas no Brasil, sendo alfabetizados e aprendendo conceitos básicos de matemática e ciências.

Eles não chegaram à faculdade (ainda), mas já encontram severas barreiras para retomar os estudos: encaram a falta de autonomia por não saberem ler e escrever, são alvo de intolerância por tentarem estudar “tardiamente” e desdobram-se para conciliar o emprego com as aulas noturnas.

Olhe só estes números:

  • 35 milhões de brasileiros acima de 40 anos são analfabetos (segundo os dados mais recentes, de 2019, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – Pnad),
  • cerca de 900 mil estão na escola (Censo Escolar de 2022);
  • e outros 600 mil são alunos no ensino superior (Censo de Educação Superior de 2021).

Nesta reportagem, o g1 foca no segundo grupo: o dos estudantes que estão na Educação Para Jovens e Adultos (EJA), modalidade de aulas voltadas a quem não concluiu os estudos na idade regular (não confunda com Encceja, que é a prova feita por quem quer o diploma do ensino fundamental ou do ensino médio).

O que aconteceu com as crianças e jovens, nas últimas décadas, para abandonarem o colégio ou nem chegarem a ser matriculados? O que motiva alguém com mais de 40 anos a enfrentar as dificuldades e entrar na EJA? E que desafios são esses?

Flávia da Silva, especialista em língua portuguesa e professora da rede pública de Goiás (inclusive da EJA), resume os motivos principais de abandono da escola:

  • histórias de extrema pobreza;
  • violência doméstica;
  • gravidez e casamento;
  • baixa autoestima gerada por problemas de aprendizagem não trabalhados ou identificados;
  • bullying na escola;
  • necessidade de trabalhar em período integral;
  • maridos que proibiam as esposas de irem ao colégio;
  • reprovações.

E há histórias em que os fatores se misturam.

Nascido em Pedrinhas (SE), o porteiro José Carlos Conceição, de 61 anos, não conhece as próprias origens – foi abandonado quando era criança e não se lembra de sua infância. Viveu na rua até os 16 anos, quando, ainda analfabeto, foi acolhido por um casal em Salvador.

“pedagogia do afeto”, do educador Paulo Freire (1921-1997), costuma orientar os docentes nesse desafio: a relação professor-aluno é um diálogo aberto, com empatia e constantes trocas de conhecimento.

Para uma aprendizagem efetiva, um professor que recebe os alunos nas salas de aula não deve se atentar somente a cumprir currículos, e sim a praticar a afetividade e a “abrir a porta” para a conversa.

Fonte: G1

Brasil tem mais alunos que se tornam professores do que outros países

O Brasil é um dos países com maior proporção de alunos matriculados em cursos para formar professores, mas com um dos mais baixos índices de interesse na profissão. Para especialistas, isso mostra que a docência se torna opção pela facilidade em ingressar no ensino superior, baixas mensalidades e alternativa de cursos a distância – não pela vocação. Estudos internacionais mostram que um bom professor é um dos fatores que mais influenciam na aprendizagem.

Os dados são de pesquisa feita pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que traçou o perfil de quem estuda para ser professor na América Latina e Caribe. Enquanto no Brasil, 20% dos universitários estão em cursos como Licenciatura e Pedagogia, na América Latina são 10%, em países desenvolvidos, 8%.

Em compensação, só 5% dos jovens brasileiros dizem querer ser professores quando estão no ensino médio. E, apesar da grande quantidade de alunos desses cursos no Brasil, faltam docentes para lecionar disciplinas específicas, em áreas de Exatas e Ciências.

Na Coreia do Sul, por exemplo, 21% se interessam pela profissão e só 7% ingressam, de fato, na universidade, porque há muita concorrência e maior seleção. No Chile e no México, os dois índices são mais próximos, cerca de 7% se interessam e menos de 15% cursam Pedagogia ou Licenciatura.

Segundo o Estadão apurou, o Ministério da Educação (MEC) deve anunciar no fim do mês um programa de formação de professores com revisão de diretrizes curriculares.

Fonte: JC

Governo Lula destina mais de R$ 14 milhões para educação pública de Pernambuco

O Governo Lula, por meio do Ministério da Educação, destina R$ 14.587.705,15 para educação pública, contemplando 44 municípios, além do Secretaria de Educação e Esporte de Pernambuco. Os recursos oriundos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) são voltados ao andamento de obras em escolas infantis e ensino fundamental, além de quadras esportivas. 

Desde a posse da equipe nos ministérios, Carlos Veras (PT-PE), o único deputado federal petista por Pernambuco, vem em diálogo com o ministro da Educação, Camilo Santana, para tratar acerca da necessidade da liberação de recursos para a conclusão de obras paralisadas e outras ações dirigidas à melhoria da educação pública no Estado.

A iniciativa do parlamentar se deve sobretudo à ida de dezenas de prefeitos de cidades pernambucanas ao seu gabinete em Brasília com a finalidade de buscar um canal de diálogo direto com o governo federal petista para apresentação de seus pleitos.

Fonte: Folhape

INGLÊS NAS ESCOLAS: a importância de um segundo idioma na rotina dos alunos da educação básica

Nos dias atuais, é muito comum o brasileiro ter contato diário com outro idioma que não seja o português. Seja ao ouvir uma música, assistir a um filme ou a uma série ou, simplesmente, olhar para o lado. Certamente, verá alguma palavra ou frase escritas em outra língua, principalmente o inglês.

bilinguismo ou simplesmente o contato mais aprofundado com um segundo idioma nas escolas é um assunto que vem sendo abordado há mais de 10 anos na BETT Educar, conhecida por ser a maior feira de educação internacional do planeta. No Brasil já é possível ouvir e ver os movimentos, sobretudo de escolas particulares, da inclusão de uma segunda língua no dia a dia dos alunos.

O método bilíngue é quando o aluno passa a ter uma imersão de um outro idioma e, também, têm a vivência da cultura e dos costumes de determinado país. No Brasil, os idiomas mais comuns dados como segunda língua nas instituições de ensino são o inglês, o espanhol e o francês.

Fonte: JC

Pesquisa sugere que uso frequente de redes sociais altera desenvolvimento do cérebro de adolescentes 

A checagem habitual e constante das mídias sociais por adolescentes está alterando o desenvolvimento cerebral e a forma como o cérebro responde aos estímulos das redes, tornando-os mais sensíveis ao feedback social. A constatação é de uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, que acompanhou 169 adolescentes de uma escola pública durante três anos.

No início do estudo, os participantes relataram com que frequência checavam três das principais plataformas de redes sociais: Facebook, Instagram e Snapchat. As respostas variaram de menos de uma vez até mais de 20 vezes por dia. Eles foram submetidos a sessões anuais de análise das imagens cerebrais.

Os resultados foram publicados no Jama Pediatrics e, segundo os autores, o cérebro dos adolescentes que verificavam as redes mais de 15 vezes por dia se tornou mais sensível ao feedback social ao antecipar recompensas e punições sociais ao longo do tempo. Eles destacam que a maioria dos adolescentes começa a usar tecnologia e tem acesso a dispositivos móveis e mídias sociais em um dos períodos mais importantes para o desenvolvimento cerebral.

As plataformas de mídias sociais fornecem um fluxo contínuo e imprevisível em forma de posts, comentários, curtidas e notificações. E a interação com esse fluxo constante cria mecanismos de recompensa, fazendo com que o adolescente seja condicionado a voltar e verificar as mídias sociais repetidamente, num comportamento que pode se tornar ruim e evoluir para uma compulsão.

Alteração cerebral

Segundo a médica Polyana Piza, neurologista do Hospital Israelita Albert Einstein, essa exposição repetida aos estímulos das redes sociais pode alterar o desenvolvimento cerebral dos adolescentes na medida em que a exposição ao ambiente, às críticas, aos elogios, e à maneira como as pessoas o veem gera ações e reações que interferem no seu comportamento.

“Todo nosso comportamento é regido por uma parte neurológica chamada sistema límbico, que vai moldar nossa reação ao ambiente emocional. De que maneira eu consigo me organizar emocionalmente para reagir àquilo que estou recebendo? De que forma posso transformar esse feedback e melhorar? A questão que o estudo aponta é que isso é feito num volume cada vez maior e num tempo muito menor. E o cérebro do adolescente precisa se adaptar para transformar isso de forma positiva”, explicou.

Fonte: Agência Einstein

Prazo para inscrição no Sisu começa hoje

Estão abertas as inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O programa seleciona estudantes para vagas nas instituições públicas de ensino superior. O prazo iniciado hoje (16) vai até o dia 24 de fevereiro. Para se inscreverem, os estudantes devem acessar o Portal Acesso Único do Ministério da Educação.

O site disponibiliza informações sobre processos seletivos para o ensino superior, como o Programa Universidade para Todos (Prouni), que oferece bolsas de estudo em faculdades privadas e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), com financiamento especial para cursos superiores.

Todos os processos seletivos têm por base as notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Segundo o Ministério da Educação, “os resultados são usados como critério único ou complementar dos processos seletivos, além de servirem de parâmetros para acesso aos auxílios governamentais, como o proporcionado pelo Fies”.

Fonte: Diário de Pernambuco

Inscrições para o Sisu 2023 começam nesta quinta-feira

Começam na próxima quinta-feira (16) as inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que seleciona estudantes para vagas nas instituições públicas de ensino superior. Para se inscrever, os estudantes interessados devem acessar o Portal Acesso Único do Ministério da Educação até o dia 24 de fevereiro.

O site disponibiliza informações sobre processos seletivos para o ensino superior, como o Programa Universidade para Todos (Prouni), que oferece bolsas de estudo em faculdades privadas e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), com financiamento especial para cursos superiores.

Todos os processos seletivos têm por base as notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Segundo o Ministério da Educação, “os resultados são usados como critério único ou complementar dos processos seletivos, além de servirem de parâmetros para acesso aos auxílios governamentais, como o proporcionado pelo Fies”.

Fonte: Sertão Notícias PE