Brasileiros estão entre os que mais gastam horas usando smartphones, mas não aparecem na lista dos que mais gastam dinheiro em aplicativos.
Ouça a reportagem de Milena Abreu:
Fonte: Rádio 2 de Notícias
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Brasileiros estão entre os que mais gastam horas usando smartphones, mas não aparecem na lista dos que mais gastam dinheiro em aplicativos.
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Fonte: Rádio 2 de Notícias
A nova tecnologia a ser implementada na TV Digital brasileira representará uma nova etapa também para a comunicação pública do país. Ao integrar canais abertos com internet, a TV 3.0 poderá disponibilizar serviços e políticas públicas principalmente para a população de baixa renda.

Os desafios para atingir esses objetivos não são poucos. Alguns deles foram apresentados na mesa Perspectivas para TVs Públicas, nesta quinta-feira (4), em seminário promovido, em Brasília, pelo Ministério das Comunicações para detalhar como será a TV 3.0.
A mesa contou com a participação da diretora geral da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Maíra Bittencourt (foto). Para ela, um dos desafios a serem encarados pela comunicação pública na nova plataforma envolve questões relativas à infraestrutura física para distribuição e implementação de conteúdos e serviços.
“Nesse sentido, vamos precisar de alguns avanços tecnológicos”, disse a diretora ao se referir a investimentos necessários visando “boas respostas de internet” por meio de uma rede de infraestrutura física voltada à entrega de conteúdo, chamada CDN, destinada ao campo público.
Segundo ela, essa rede precisa ser distribuída em todo território e com velocidade adequada, inclusive fora dos grandes centros.
“Há necessidade de internet com boa resposta tanto para quem vai gerar conteúdo como para quem vai consumir esse conteúdo. Às vezes parece que quem precisa ter uma boa internet é quem acessa conteúdo. Mas quem gera conteúdo precisa ter uma internet ainda melhor”, acrescentou.
A nova TV Digital, segundo Maíra Bittencourt, ajudará a aproximar diferentes veículos de comunicação pública. Entre eles, os vinculados à rede nacional de comunicação pública coordenada pela EBC.
“Refiro-me a TVs estaduais; a TVs ligadas a universidades estaduais, municipais e federais; e aos institutos federais. Vejo aqui uma presença massiva de parceiros ligados principalmente a instituições de ensino, que trazem no seu fundamento de existência essa preocupação com a educação, com a cultura, com o desenvolvimento tecnológico. Elas contribuem não somente no campo da comunicação – no fazer chegar a partir da radiodifusão –, mas também no desenvolvimento das próprias tecnologias que nos permitem isso”, argumentou a diretora da EBC.
Outro desafio observado pela diretora é o desenvolvimento de aplicativos voltados a entidades públicas. “Precisamos primeiro ver o que já foi desenvolvido e o que está sendo pensado como a entrada inicial, a partir de uma tela de aplicativo, para então, a partir dali, cada um [cada entidade pública] [possa] pensar o seu [aplicativo], enquanto campo público”.
E acrescentou: “vamos pensar coletivamente como será a experiência do usuário no lado de dentro dos nossos aplicativos. Temos algumas estruturas já desenvolvidas de aplicativos de streaming, como, por exemplo, o nosso TV Brasil Play. Mas sabemos que podemos avançar muito mais, porque temos outras possibilidades e potencialidades com a TV 3.0”, acrescentou.
Questões como estas já vêm sendo debatidas, segundo a diretora, no âmbito do grupo de trabalho voltado à TV 3.0. “Agora, precisamos aproveitar esse momento de expansão para, depois, gradativamente migrarmos para a nova tecnologia”.
Perguntada sobre como a TV 3.0 poderá colaborar para a inclusão digital da população de baixa renda, Maíra disse que este é também um desafio a ser encarado, inclusive, visando uma maior integração dos serviços públicos.
“A gente chegou a levantar essa possibilidade por meio do espaço SouGov. Há a possibilidade de integrar ele, o cadastro da TV e, também, o cadastro de serviços para que se possa ter, pela tela da televisão, acesso a serviços que hoje ainda são difíceis pelos dispositivos móveis em comunidades de baixa renda”, acentuou.
Engenheiro de telecomunicações da Câmara dos Deputados, Carlos Neiva disse que a TV 3.0 trará uma série de oportunidades para os veículos públicos de comunicação.
“Além de ampliar o alcance, possibilitará a criação de novas faixas de canalização, bem como o direcionamento de políticas públicas nas mais diversas áreas”, disse, referindo-se, em especial, às áreas de saúde e de educação.
“Mas para isso, como disse a Maíra, será preciso garantir estrutura de CDN. Só assim seremos acessíveis a todos”, afirmou o engenheiro ao enfatizar serem também necessários “investimento eficiente de recursos e políticas públicas para viabilizar o acesso aos novos receptores”.
Fonte: Agência Brasil
calculadora da morte feita com Inteligência Artificial pode prever quando você irá morrer! Um chatbot de “calculadora da morte” baseado em inteligência artificial (IA), conhecido como Life2vec, afirma ser capaz de prever a data em que uma pessoa morrerá com apenas quatro pontos de dados, ostentando uma taxa de precisão de 78%, revelou um estudo recente.
Isto pode representar um avanço inovador na prevenção de doenças e no prolongamento da esperança de vida e pode ter o potencial de revolucionar a forma como abordamos a saúde pessoal.
Ao contrário de outros modelos de “calculadoras de morte”, o Life2vec se destaca por funcionar como um chatbot como o ChatGPT . Desenvolvido por uma equipe de cientistas dinamarqueses e norte-americanos, o algoritmo foi treinado numa base de dados de seis milhões de cidadãos dinamarqueses.
Os dados exigidos pela Life2vec incluem apenas quatro pontos:
Para testar a precisão da calculadora, a equipe analisou um grupo de pessoas com idades entre 35 e 65 anos de 2008 a 2020. Metade dos sujeitos estudados morreram entre 2016 e 2020.
O estudo descobriu que as previsões da Life2vec eram 11% mais precisas do que qualquer outro modelo de IA existente.
“Toda a história de uma vida humana, de certa forma, também pode ser pensada como uma longa e gigante frase de muitas coisas que podem acontecer a uma pessoa”, explicou Sune Lehmann, principal autora do estudo da Universidade Técnica de Dinamarca (DTU).
Lehmann enfatizou o potencial desta calculadora para ajudar os indivíduos a mudar seu estilo de vida e reduzir a probabilidade de morte prematura. “Podemos… aprender com [life2vec] quais são os fatores que podem ajudá-lo a viver mais”, observou ele.
Você não precisa ir a uma cartomante com uma bola de cristal, cartas de tarô ou um médium com suposta “percepção extra-sensorial” para prever seu futuro pessoal. A inteligência artificial “calculadora da morte” desenvolvida para modelar a linguagem escrita pode agora ser usada para prever eventos na vida das pessoas.
A pesquisa da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, e da Universidade Northeastern, em Boston, mostra que se você usar grandes quantidades de dados sobre a vida das pessoas e treinar os chamados “modelos transformadores”, como o ChatGPT.
Dessa forma, eles são usados para processar a linguagem e poderão organizar sistematicamente os dados e prever o que acontecerá na vida de uma pessoa e até estimar a hora da morte.
Um modelo de transformador é uma arquitetura de dados de aprendizagem profunda de IA usada para aprender sobre linguagem e outras tarefas. Os modelos podem ser treinados para compreender e gerar linguagem.
Cientificamente, o que é entusiasmante para nós não é tanto a previsão em si, mas os aspectos dos dados que permitem ao modelo fornecer respostas tão precisas”, disse a professora dinamarquesa Sune Lehmann, e primeira autora do artigo.
As previsões da Life2vec “calculadora da morte” são respostas a questões gerais como “’morte dentro de quatro anos?’
Quando os investigadores analisaram as respostas do modelo, os resultados foram consistentes com as descobertas existentes nas ciências sociais; por exemplo, em igualdade de circunstâncias, os indivíduos que ocupam uma posição de liderança ou com rendimentos elevados têm maior probabilidade de sobreviver, enquanto ser do sexo masculino, ter competências ou ter um diagnóstico mental está associado a um maior risco de morte.
Fonte: As Redes Sociais
Bilionário admitiu tentação em delegar parte de suas atribuições às máquinas
Em uma conversa com o primeiro-ministro no Reino Unido, Rishi Sunak, às vésperas de uma cúpula sobre a regulamentação da tecnologia, o bilionário da Tesla Elon Musk refletiu sobre a necessidade de um “árbitro” para supervisionar os supercomputadores do futuro.
“Chegará um ponto em que nenhum emprego será necessário; você pode ter um emprego se quiser, por satisfação pessoal. A inteligência artificial é capaz de fazer tudo. Não sei se isso deixa as pessoas confortáveis ou inquietas. Se é positivo ou negativo. Um dos desafios do futuro será: como encontramos propósito na vida?”, questionou Musk.
O magnata da tecnologia prosseguiu, dizendo que vislumbra uma “era de abundância”. “Não teremos uma renda básica; teremos uma renda universal elevada”.
Musk admitiu sua própria tentação em delegar parte de suas atribuições à IA.
“Frequentemente, me encontro em posição de descrença. Muitas vezes, quando estou na luta às 3 da manhã, penso: ‘Por que estou fazendo isso, posso simplesmente esperar que a IA assuma isso’.”
O primeiro-ministro, no entanto, pontuou: “Sou alguém que acredita que o trabalho lhe dá sentido na vida”.
No encerramento da conversa, Musk elogiou os planos de Sunak para monitorar e potencialmente regulamentar a IA, dizendo que, embora as ideias sejam “irritantes”, o mundo da tecnologia precisa de um “árbitro”.
FONTE: terrabrasilnoticias.com
Um novo tipo de vírus que infecta celulares do sistema Android e rouba contas bancárias tem se espalhado no país. Trata-se de um malware capaz de desviar dinheiro via Pix sem que o usuário perceba. A ameaça foi identificada pela Kaspersky, empresa especializada em cibersegurança, e a descoberta apresentada em uma conferência na Costa Rica, segundo a Folha de S. Paulo. Veja a seguir como funciona e saiba como se proteger:
Um programa malicioso (trojan bancário) é instalado no celular da vítima, fora da loja oficial do Android
O usuário acessa seu app do banco para fazer uma transação
O usuário digita os dados do destinatário e o valor
Na hora de revisão do pagamento, sem que a vítima perceba, o trojan bancário troca a chave Pix durante a transferência
O vírus altera não só o destino do dinheiro, como pode mudar o valor da transação
Segundo a Kaspersky, o vírus já foi detectado mais de 1,5 mil vezes desde janeiro e há o risco de espalhamento da ameaça.
Como o celular é infectado com o vírus?
A isca para o vírus pode se dar de diferentes formas. Uma delas, por exemplo, pode ser a partir de um falso anúncio para atualização de um aplicativo que o usuário possua.
Ao clicar no link fraudulento de instalação (que pode ser recebido via SMS, WhatsApp ou outros meios de comunicação), o usuário é redirecionado para um site com o suposto aplicativo a ser atualizado;
A vítima realiza o download do aplicativo malicioso de extensão .APK, que é baixado fora da loja oficial do Android;
O falso app emite uma notificação solicitando “permissão de acessibilidade” e leva a vítima para as configuraçoes do Android
Caso a vítima permita que o app acesse os recursos de acessibilidade do dispositivo, ela concede acesso remoto ao cibercriminoso para interagir com outros aplicativos, como os apps bancários.
Como se proteger
A principal recomendação é que o usuário não instale nenhum programa fora da loja oficial do Android. De qualquer forma, é importante que o consumidor fique atento a outros canais em que possa ser abordado por um falso link que recomende a instalação.
Não faça o download de aplicativos fora das lojas oficiais do Android, como a Google Play Store;
Suspeite de notificações que peçam acesso às opções de acessibilidade do dispositivo;
Tenha um sistema antivírus instalado no smartphone e mantenha-o atualizado;
Antes de confirmar uma transação bancária, cheque as informações;
Monitore as transações feitas nos aplicativos de banco do seu celular.
Fonte: Folha PE
O Ministério das Comunicações (MCom) informou, nesta quarta-feira (23), que a faixa de frequência de telecomunicações, que permitirá o uso da rede 5G, será liberada para instalação de novas estações, em mais 100 municípios brasileiros. São 73 municípios do Rio Grande do Sul e outros 27, em Santa Catarina, conforme tabela abaixo.
A partir da próxima segunda-feira (28), as operadoras de telefonia que adquiriram lotes na faixa de 3,5 GHz (nos leilões do 5G,em 2022), nas 100 cidades brasileiras anunciadas, poderão solicitar à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) o licenciamento e ativação das estações de 5G.
O processo começou pelas capitais em junho de 2022 e, desde então, avança para outras cidades. Segundo o Ministério das Comunicações, atecnologia 5G permitirá que 122 milhões de cidadãos (quase 60% da população do país), moradores de 1.812 municípios, sejam atendidas pela rede.
De acordo com a Anatel, a liberação da faixa não significa que redes do 5G serão instaladas de imediato nas localidades. A instalação de estações de tecnologia de quinta geração (5Gstandalone) depende do planejamento individual de cada prestadora do serviço.
Para facilitar o acompanhamento dos municípios liberados, o grupo de acompanhamento de soluçõespara os problemas de interferência na faixa de 3.625 a 3.700 MHz disponibiliza o painel de dados com os municípios em que a faixa de 3,5 GHz já se encontra liberada e, também, o planejamento aprovado de previsão das próximas liberações
“A liberação da faixa do 5G é uma das primeiras etapas desse trabalho contínuo que o governo federal desenvolve, de norte a sul do país, para levar a quinta geração de dados móveis a todo brasileiro, a toda escola e unidade de saúde. Os compromissos das operadoras vencedoras do leilão do 5G vão até 2030, mas seguimos trabalhando para adiantar esse prazo”,disse o ministro das Comunicações, Juscelino Filho.
A tecnologia 5G opera na mesma faixa da radiofrequência que o sinal de TV transmitido para as parabólicas tradicionais, a Banda C.
A Anatel alerta que as antenas parabólicas tradicionais vão parar de funcionare, por isso,os usuários que ainda não possuem TV Digital e ainda recebem as transmissões da TV aberta pela antena parabólica precisam adaptar o equipamento para evitar eventuais interferências ou a interrupção da transmissão.
O MCom e a Anatel esclarecem que as parabólicas devem ser substituídas pelas novas, do tipo digital.
Para as famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), o governo federal oferecekitsgratuitos de instalação do modelo digital que garantem som e imagem de qualidade. Masé preciso fazer o agendamento da instalação dos novos equipamentos.
Para os cidadãos que recebem sinal de TV pela antena do tipo chamado espinha de peixeou por antena digital interna não precisam realizar a troca de equipamento.
Todas as informações estão disponíveis no site Siga Antenado .
Rio Grande do Sul
Água Santa
Agudo
Almirante Tamandaré do Sul
Alpestre
Aratiba
Arroio do Tigre
Arroio Grande
Augusto Pestana
Barra do Rio Azul
Barracão
Boa Vista do Cadeado
Boa Vista do Incra
Bossoroca
Cacique Doble
Capão do Cipó
Cerrito
Charrua
Chuí
Coqueiros do Sul
Dona Francisca
Encruzilhada do Sul
Ernestina
Estrela Velha
Faxinal do Soturno
Floriano Peixoto
Fortaleza dos Valos
Herval
Hulha Negra
Ibarama
Ibiaçá
Ibirapuitã
Iraí
Itacurubi
Itatiba do Sul
Jacuizinho
Jacutinga
Jóia
Lagoa Bonita do Sul
Lavras do Sul
Maçambará
Manoel Viana
Marau
Não-Me-Toque
Nicolau Vergueiro
Nova Esperança do Sul
Nova Palma
Paim Filho
Paraíso do Sul
Pedro Osório
Pinhal Grande
Piratini
Pontão
Quaraí
Restinga Sêca
Ronda Alta
Salto do Jacuí
Sananduva
Santa Cecília do Sul
Santa Margarida do Sul
Santa Vitória do Palmar
Santo Antônio do Planalto
Santo Expedito do Sul
São Francisco de Assis
São João da Urtiga
São João do Polêsine
São José do Ouro
São Miguel das Missões
Sobradinho
Tapejara
Tio Hugo
Tupanci do Sul
Victor Graeff
Vila Lângaro
Santa Catarina
Cunha Porã
Cunhataí
Modelo
Palmitos
Abelardo Luz
Água Doce
Arabutã
Bom Jesus
Formosa do Sul
Ipuaçu
Ipumirim
Irani
Irati
Itá
Lindóia do Sul
Ouro Verde
Paial
Passos Maia
Ponte Serrada
Santiago do Sul
São Domingos
Seara
Calmon
Lebon Régis
Matos Costa
Ponte Alta do Norte
Santa Cecília
Fonte: Portal Toca News
As grandes empresas da tecnologia estão se preparando para começar a agir de acordo com as novas regras de tecnologia da União Europeia que entrarão em vigor nos próximos meses.
Ainda que a legislação se aplique apenas na Europa, seus efeitos poderão ser notados globalmente. Isso porque, conforme observa o Wall Street Journal, os regulamentos da UE servem como modelo para outros países e costumam fazer com que as empresas de tecnologia implementem mudanças em todo o mundo.
No Brasil, por exemplo, o Projeto de Lei 2630/2020, popularmente chamado de PL das Fake News, se inspirou na Lei de Serviços Digitais da UE, sendo citada algumas vezes no texto do relator Orlando Silva (PCdoB-SP).
Com a obrigação de cumprimento das novas regras se aproximando, as empresas já estão trabalhando para se adequar às leis:
Fonte: Olhar Digital
A mão humana tem capacidade de reconhecer e manipular objetos com precisão mesmo se a pessoa não estiver os enxergando. Inspirados nessa habilidade, pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, desenvolveram uma abordagem que permite que uma mão robótica gire uma ampla gama de objetos em diferentes eixos apenas pelo toque, sem machucá-los ou esmagá-los. A ideia é que o trabalho ajude no desenvolvimento de robôs capazes de “trabalharem” no escuro.
A equipe utilizou como base uma mão robótica Allegro com quatro dedos e articulações independentes. Para constituir o sistema tátil, 16 sensores de baixo custo foram anexados por toda extensão da peça. Dessa forma, a matriz de detecção consegue fornecer informações precisas do contato entre robô e objeto.
Diferentemente de outras abordagens que dependem de sensores de alto custo e alta resolução fixados em uma pequena área do dispositivo robótico, o que minimiza o risco de contato com o objeto, o novo sistema capta informações suficientes sobre a estrutura tridimensional e a orientação do objeto graças a maior cobertura sensível e ao uso de dispositivos mais acessíveis.
Xiaolong Wang, professor de engenharia elétrica e de computação da universidade e um dos responsáveis pela pesquisa, conta que a solução tecnológica funciona com sensores baratos — que custam cerca de US$ 10 —, de baixa resolução e que usam sinais binários simples, com ou sem toque, para executar a rotação manual. “Mostramos que não precisamos de detalhes sobre a textura de um objeto para fazer essa tarefa. Precisamos apenas de sinais binários simples para saber se os sensores tocaram o objeto ou não, e eles são muito mais fáceis de simular e transferir para o mundo real”, detalha, em nota.
Fonte: Correio Braziliense
Durante anos, uma das ferramentas mais populares do WhatsApp foi a capacidade de enviar áudio para os contatos com quem você conversa. Desta forma, em vez de escrever as mensagens tradicionais que caracterizam o serviço, alguns consideram esta forma de comunicação mais adequada por ser mais rápida e direta.
No entanto, isso impede que, em algumas ocasiões, sua escuta seja imediata, pois às vezes não é possível reproduzir esses áudios quando são recebidos. E, por isso, um agente baseado em IA facilitará a vida de muitos usuários.
LuzIA é uma extensão do ChatGPT que pode diretamente ser ligada ao WhatsApp e ao Telegram. Uma de suas principais características é a possibilidade de transcrever áudios, uma opção que nos permite saber o que nos foi dito em uma mensagem de voz sem precisar ouvi-la.
Para transcrever um áudio no WhatsApp, basta encaminhar para LuzIA. Ela, ao recebê-lo, fará uma transcrição imediata. Para conversar com a IA, basta acessar o site da LuzIA e clicar no ícone do Whats ou do Telegram (ou adicionar diretamente o número 11 97255-3036). Um chat com o bot será aberto. Ao encaminhar o áudio, escreva o comando “Transcrever aúdio”.
Além da transcrição de áudio, a LuzIA também possui outras funcionalidades muito interessantes. O bot pode traduzir textos, dar dicas de coisas variadas (como dieta, por exemplo), criar receitas, desenhar e etc. A inteligência artificial está disponível em português, inglês, francês e espanhol (seu idioma nativo).
Vale ressaltar que a LuzIA tem um limite de 10 minutos para transcrever os áudios. Mas esperamos que ninguém tenha a audácia de mandar DEZ MINUTOS de áudio no WhatsApp, não é?!
Fonte: IGN Brasil
O WhatsApp lançou esta terça-feira (8) um novo recurso que permite compartilhar tela durante uma chamada de vídeo usando o mensageiro. O recurso aproxima a plataforma de outros serviços muito utilizados para reuniões online, como FaceTime, Google Meet, Zoom e Microsoft Teams. Conforme o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, os usuários poderão compartilhar documentos, fotos e até fazer compras online mostrando o carrinho de todos os itens desejados com os contatos que participarem da videochamada. A seguir, confira mais detalhes da ferramenta.
Para iniciar o compartilhamento de tela, basta clicando no ícone “compartilhar” e escolhendo entre compartilhar um aplicativo específico ou compartilhar a tela inteira com outros usuários. O recurso já começou a ser implementado em celulares Android, iPhone (iOS) e Windows Phone, mas o acesso será gradual, de forma que alguns usuários não vão conseguir usá-lo imediatamente.
Outra novidade anunciada pela Meta nesta terça é a possibilidade de fazer videochamadas no modo Paisagem, ou seja: com a tela posicionada na horizontal. Isso garante uma visualização melhor das telas compartilhada e mais opções para o usuário na hora de usar o app.
O WhatsApp lançou o recurso de videochamada em novembro de 2016 e vem adicionando novos recursos para a ferramenta desde então. O sucesso da comunicação por vídeos nas redes sociais também fez com que o mensageiro investisse recentemente na mensagem de vídeo. A ferramenta é uma forma de compartilhar registros rápidos de 60 segundos feitos com a câmera diretamente no chat, sem precisar procurar arquivos armazenados no celular.
FONTE: terrabrasilnoticias.com