Lucila Santana inspira o Sertão do Pajeú e fortalece obra histórica ao lado de seu esposo, Marconi Santana

Neste último sábado (06), o Sertão do Pajeú foi marcado por um momento que ficará registrado na memória da região. A força, a sensibilidade e a determinação de Lucila Santana, apoiada de maneira incondicional por seu esposo, Marconi Santana, têm impulsionado uma obra de profundo significado para toda a região: a construção do novo Lar do Idoso Maria Edméa Martins Santana, que acolhe idosos de diversas cidades do Pajeú.

Com um gesto de generosidade que transcende o simbolismo, o casal doou integralmente o terreno onde a obra está sendo edificada. A área, avaliada entre R$ 200 mil e R$ 300 mil, representa não apenas um patrimônio físico, mas um compromisso afetivo com o cuidado, a dignidade e a acolhida dos idosos. A doação reflete a essência de Lucila: uma mulher que transforma amor em ação concreta, e que encontra em Marconi o parceiro leal que fortalece cada passo dessa caminhada.

A construção, orçada em mais de R$ 2,5 milhões, contempla dormitórios amplos, cozinha, lavanderia, espaços de lazer, área para atividades físicas e até um ambiente dedicado ao cultivo de horta. Trata-se de um projeto arquitetado com zelo, garantindo autonomia, bem-estar e qualidade de vida aos futuros moradores, uma verdadeira obra de humanidade, conduzida por Lucila com visão, coragem e sensibilidade social.

 

Para dar continuidade à mobilização em torno do projeto, Flores recebeu, neste sábado (06), a 5ª Edição do Bazar Solidário, que mais uma vez evidenciou a capacidade de Lucila Santana de unir pessoas, inspirar gestos e transformar causas em movimentos reais.

O evento reuniu peças exclusivas de seu guarda-roupa, além de itens doados por parceiros generosos que acreditam em seu trabalho. Em um ambiente cuidadosamente preparado, com charme, elegância e acolhimento, os participantes desfrutaram de iguarias finas, champanhe, drinks variados e música ao vivo enquanto escolhiam produtos de grifes e marcas renomadas, com preços acessíveis.

A noite foi um espetáculo de solidariedade e estilo, marcado pela presença de apoiadores que reconhecem em Lucila Santana uma liderança que age, constrói e entrega resultados. Sempre acompanhada por Marconi Santana, que reforça com firmeza e serenidade cada iniciativa, Lucila segue consolidando um legado de amor ao próximo e compromisso com o desenvolvimento humano do Sertão do Pajeú.

A 5ª edição do Bazar Solidário reafirma que, quando Lucila mobiliza, o Pajeú responde e quando Marconi a apoia, o impacto se multiplica.

No Sertão de Pernambuco, apicultores se reinventam após a seca, resgatam empregos e natureza

Quando se viaja para o Sertão de Pernambuco, uma parada quase obrigatória é realizada em plena rodovia para compra de mel engarrafado. Algumas pessoas não imaginam que, na caatinga, mesmo com sol a pino, a região é a principal produtora do mel no Estado, especialmente o Araripe. A seca prolongada entre 2012 a 2016, prejudicou as abelhas e os pequenos agricultores, fazendo a venda do produto sair de 1.753,476 toneladas para 135.773 toneladas (uma queda de mais de 1.200%). Mas a resiliência dos apicultores se sobressaiu, colocando novamente Pernambuco entre os 10 maiores produtores do Brasil e o quarto do Nordeste. De acordo com os últimos dados levantados pelo IBGE, o Estado foi capaz de fabricar 1.248.005 toneladas de mel em 2021.

Segundo Kerlison Johnattan, analista do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), nos dias 13 e 14 de maio, será realizado o 15° encontro estadual de apicultura e o primeiro com a presença de todos os estados nordestinos para reforçar a importância da Meliponicultura. Ele acredita que profissionalizar a produção do mel, de modo que a maioria dos apicultores possa ter certificado estadual, é uma das saídas para geração de renda na região sertaneja.

“Além de resgatar os produtores que vivem na roça, a apicultura traz um rendimento para os apicultores de pelo menos um salário mínimo (R$ 1.302) por mês. O Estado ganha em dobro. O apicultor ganha sua renda e cuida do meio ambiente sem desmatamento. Para produzir mel, a abelha precisa de plantas nativas floradas da região no período certo. Quanto mais apicultores, mais plantas e áreas preservadas”, explica.

Kerlison detalha que os municípios de Pernambuco mais fortes na produção de mel são, respectivamente, Araripina e Moreilândia, que têm casas certificadas para os apicultores comercializarem seus produtos. O município do Araripe, aliás, tem pelo menos 200 apicultores. 

SEBRAE considera importante a participação do Estado e do Governo Federal no apoio aos apicultores, porque toda a produção do mel exige um investimento relativamente alto com os equipamentos que possam movimentar o mel, desde o recebimento do favo até envase, além das capacitações. “Têm equipamentos de inox, a parte de rotulagem e da embalagem, por exemplo, e a dificuldade de muitos é o valor. Precisamos que entidades, como a ADEPE, e o Governo Federal cheguem junto para qualificar os apicultores”, pontua Kerlison. 

Fonte: Folha de Pernambuco

Serra Talhada tem melhor geração de emprego em dezembro no Sertão

A cidade de Serra Talhada liderou a geração de empregos no último mês de dezembro em toda a região do Sertão de Pernambuco. A capital do xaxado registrou 421 admissões, 274 desligamentos e 147 empregos de saldo, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados – Caged.

Somando as 56 cidades sertanejas foram gerados apenas 263 empregos de saldo em dezembro, apresentando saldo positivo apenas Serra Talhada (147), Afogados da Ingazeira (52), Inajá (26), Manari (10), Itapetim (9), Calumbi (6), Carnaíba (5), Santa Cruz (3), Dormentes (2), Tacaratu (2) e Santa Cruz da Baixa Verde (1).

No desempenho por região, o melhor resultado foi do Sertão do Pajeú, que gerou 220 empregos de saldo. O Sertão do Moxotó ficou com 36 de saldo, o Sertão do Araripe com 3, o Sertão de Itaparica com 2 e o Sertão do São Francisco com 2. O Sertão Central fechou no vermelho sem nenhuma vaga de saldo no período. As informações são do Sertão Notícias PE.

Sertão do Moxotó