Flores celebra 134 anos de Emancipação Política com shows de Taty Girl, Edy & Nathan e Heraldo Jr. & Emanoel no dia 10 de setembro

O município de Flores, no Sertão do Pajeú, completa 134 anos de Emancipação Política e prepara uma grande programação para celebrar uma das datas mais importantes de sua história. Conhecida por sua tradição e por estar entre as cidades mais antigas de Pernambuco, Flores terá uma noite especial de música e confraternização para marcar o aniversário do município.

A festa acontece no próximo dia 10 de setembro, a partir das 20h, no Pátio de Eventos, que deverá receber moradores e visitantes para uma noite de muita animação.

A programação contará com um time de atrações que promete movimentar a cidade:

🎤 Taty Girl
🎤 Edy e Nathan
🎤 Heraldo Jr & Emanoel

A expectativa é de uma grande celebração, reunindo famílias, amigos e visitantes em um momento de alegria e valorização da história de Flores.

Com o tema de comemoração dos 134 anos de Emancipação Política, a festa também representa uma oportunidade de celebrar as conquistas do município e fortalecer o sentimento de identidade e pertencimento entre os florenses.

Serviço

📅 Data: 10 de setembro
⏰ Horário: a partir das 20h
📍 Local: Pátio de Eventos de Flores-PE
🎶 Atrações: Taty Girl, Edy e Nathan, Heraldo Jr & Emanoel
🎉 Realização: Governo Municipal de Flores, Secretaria Municipal de Turismo e Eventos e Secretaria de Ação Governamental.

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Panfletos apócrifos contra Raquel Lyra: o que se sabe até agora e quem investiga o caso

Raquel Lyra registrou boletins de ocorrência após divulgação dos cartazes apócrifos/Foto: Maurício Ferry/DP Foto

A circulação de panfletos e cartazes anônimos com ataques pessoais à governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), provocou uma nova frente de disputa judicial entre as campanhas que concorrem ao Governo de Pernambuco. O material foi encontrado no Bairro do Recife no domingo (30) e passou a ser alvo de investigações das polícias e da Justiça Eleitoral.

Entre as peças havia uma que fazia referência ao empresário Fernando Lucena, marido de Raquel, que morreu em 2022. Outros cartazes também associavam a imagem de Raquel a figuras políticas e personagens envolvidos em crimes.

Até o momento, não há identificação pública de quem produziu e determinou a distribuição dos materiais. A Justiça Eleitoral, inclusive, determinou a abertura de investigação para tentar esclarecer a autoria.

Veja o que se sabe até agora:

Os materiais começaram a repercutir no domingo, quando imagens dos cartazes passaram a circular nas redes sociais. Eles foram encontrados principalmente em pontos do Bairro do Recife, incluindo a Rua da Moeda e áreas próximas.

Segundo relatos publicados pelo portal Bastidor.PE, a equipe do veículo foi ao Recife Antigo após receber denúncias e encontrou cartazes afixados em postes e muros. O próprio portal afirmou que as peças não apresentavam identificação de autoria ou responsável financeiro.

A circulação ocorreu no início da campanha eleitoral para o Governo de Pernambuco, em uma disputa que tem como principais candidatos Raquel Lyra e João Campos (PSB).

O que diz o material?

As peças apresentam ataques pessoais contra Raquel e fazem associações à morte do marido dela, sem apresentar provas. A governadora classificou o episódio como cruel e pediu respeito à família e à memória do marido.

Outras peças encontradas no Recife faziam associações da governadora com personagens políticos e pessoas condenadas por crimes.

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Senado: oposição obstrui e fim da escala 6×1 não vai a plenário

À bancada, em pronunciamento, senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP)
/Ton Molina/Agência Senado

Sem ter segurança sobre os votos necessários para aprovar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do fim da escala 6×1 e da redução da jornada de trabalho, a base do governo no Senado Federal decidiu não arriscar uma apreciação em plenário nesta quarta-feira (2). Com isso, a proposta só deve ser votado após o 1º turno das eleições, em outubro.

“Hoje, houve um movimento bem sucedido da oposição”, afirmou o líder do governo no Congresso Nacional, senador Randolfe Rodrigues (PT-AC), referindo-se ao esvaziamento do plenário e à consequente impossibilidade de votação.

Em entrevista à imprensa, Randolfe atribuiu a uma “ação coordenada” de oposicionistas — com participação direta dos senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato a presidente da República, e do líder da oposição, o também senador Rogério Marinho (PL-RN) — para desmobilizar a presença dos parlamentares para uma possível votação. “A oposição ao nosso governo é contra o fim da escala 6×1. Ponto”, disse.

O líder do governo afirmou que a oposição já havia demonstrado resistência na CCJ, onde houve quatro votos contrários à proposta.

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Coligação de João Campos aciona Justiça para investigar colagem de cartazes contra o candidato

Segundo a Frente Popular, a circulação de cartazes apócrifos contra João Campos (PSB) já havia sido apontada em ação registrada na Justiça no fim de agosto/Foto: Reprodução/Redes Sociais

A Frente Popular de Pernambuco, coligação de João Campos (PSB), acionou a Justiça Eleitoral, nesta quarta-feira (2), pedindo investigação sobre a colagem de cartazes apócrifos contra o candidato ao governo estadual no Recife.

A coligação enviou à Justiça um vídeo de 36 segundos que mostra um grupo de homens grudando o material em um poste na Travessa Tiradentes, no Bairro do Recife. As imagens de circuito de segurança teriam sido capturadas no dia 1° de agosto.

“A solicitação se junta à Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) impetrada pela coligação no dia 27 de agosto, relativa a eventuais abusos de poder político e econômico por parte da atual gestão do governo do Estado”, informou a Frente Popular em nota à imprensa.

No pedido encaminhado à Justiça, a coligação diz que “o que surge agora é uma nova e relevante porta de entrada probatória para que se descubra aquilo que, desde o primeiro momento, a coligação pediu que fosse investigado: quem estava por trás da produção, distribuição, financiamento e instalação massiva dessa propaganda negativa”.

O jurídico da coligação de João Campos argumenta que o material não apareceu nos espaços urbanos aleatoriamente. “Houve execução humana concreta, organizada no local, em período noturno, mediante atuação coordenada de pessoas que portavam e afixaram sucessivamente os impressos. A identificação dessas pessoas constitui, portanto, providência investigativa elementar. Uma vez identificados os responsáveis materiais pela colagem, será possível apurar quem os contratou; de quem receberam os impressos; quem lhes forneceu os endereços ou o roteiro dos locais; quantos pontos foram alcançados; que veículo foi utilizado; onde o material foi retirado; qual empresa gráfica realizou sua impressão; quem efetuou o pagamento; e mediante qual instrumento ou meio financeiro”.

Ação de Investigação Judicial Eleitoral

Segundo a Frente Popular, a Ação de Investigação Judicial Eleitoral impetrada em 27 de agosto já trazia denúncias sobre a colagem de cartazes contra o socialista.

“A AIJE pede, entre outras coisas, a investigação de uma estrutura destinada à difamação de João Campos nas redes sociais. A coligação também solicita investigações sobre os gastos do governo do Estado com publicidade, além de agências que estariam por trás de pagamentos a um suposto “gabinete do ódio” contra Campos”, descreve a Frente Popular.

“As investigações, no entender da Frente Popular, também deveriam se estender ao uso de ônibus oficiais para transportar pessoas para convenção de Raquel Lyra no Recife, além do uso, por parte da própria governadora, para agendas político-partidárias, de um avião do governo destinado a socorro aeromédico”, completa a coligação.

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“Pernambuco tem que chegar na frente dos outros”, diz João Campos ao cobrar recuperação da competitividade

João Campos durante Diálogo na Fiepe

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) afirmou, nesta quarta-feira (2), que o Estado precisa acelerar investimentos para recuperar competitividade diante de outros estados do Nordeste.

Durante o Diálogo da Indústria, promovido pela Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), na Casa da Indústria, no Recife, o ex-prefeito classificou como insuficiente o ritmo atual de obras estruturantes e disse que Pernambuco precisa deixar de disputar apenas consigo mesmo para avançar na corrida regional por investimentos. “A gente tem que chegar na frente da Bahia, do Ceará, de Alagoas, da Paraíba, do Maranhão, do Piauí”, declarou.

Realizado ao longo desta quarta-feira, o encontro reuniu os principais candidatos ao Palácio do Campo das Princesas. A entidade levou aos postulantes temas como infraestrutura, logística, segurança, qualificação profissional, inovação, tributação e condições para atração de investimentos.

O candidato defendeu a construção do Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional (FNDR) em conjunto com o setor produtivo e afirmou que os mecanismos de compensação tributária precisarão ser acompanhados por uma carteira de grandes obras. Para ele, não será suficiente substituir incentivos fiscais por subvenções sem ampliar a infraestrutura.

Ele também comparou a situação pernambucana com a de outros estados nordestinos. “Todos os estados do Nordeste vão partir de uma corrida, a gente tem que chegar na frente dos outros.”

A crítica se estendeu ao volume de obras estruturantes do Estado. Segundo o candidato, Pernambuco precisa apresentar um portfólio capaz de sustentar a disputa por novos investimentos no período de transição da reforma tributária. “Se a gente não conseguir realizar feitos históricos na infraestrutura de Pernambuco, a gente vai enfrentar grandes dificuldades”, disse.

Cadeias produtivas e tecnologia

Na área econômica, João prometeu aproximar os investimentos públicos das características produtivas de cada região. Ele citou polos como o de gesso no Araripe, a fruticultura no Vale do São Francisco, a indústria de confecções no Agreste, a bacia leiteira, a piscicultura no Sertão do Itaparica, a cana-de-açúcar na Zona da Mata e os setores de tecnologia e saúde na Região Metropolitana.

Entre as propostas está a criação do Vale Agrotec, no São Francisco, com um centro de ensino voltado à ciência e à tecnologia aplicada à fruticultura irrigada. A intenção é aumentar o valor agregado da produção e reduzir a dependência de tecnologias importadas.

Para o Agreste, o candidato citou a criação do Agreste Moda Global, com a proposta de aproximar produção, design e tecnologia. A estratégia, segundo ele, seria transformar cadeias já consolidadas em polos capazes de gerar produtos de maior valor agregado.

Segurança como fator econômico

O candidato afirmou que Pernambuco vive um cenário “desafiador” e citou o número de mortes, o crescimento dos feminicídios, os roubos de veículos e a expansão das facções criminosas como fatores que atingem também empresas e cadeias logísticas.

João acusou o estado de não reconhecer adequadamente a presença do crime organizado e citou nominalmente o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV). Como resposta, propôs um “pacto antifacção”, com integração entre órgãos de segurança e participação da Secretaria da Fazenda no rastreamento financeiro de organizações criminosas.

Outra proposta é o programa “De Olho na Estrada”, com monitoramento das divisas estaduais, videomonitoramento, operações específicas e integração institucional.

Ao defender maior articulação entre Estado e municípios, ele recuperou sua experiência à frente da Prefeitura do Recife. “Enquanto prefeito do Recife, eu nunca fui chamado para nenhuma reunião de segurança do Estado”, afirmou. Para o candidato, o combate à violência precisa deixar disputas políticas de lado.

Formação profissional

Na educação, o principal anúncio foi a expansão para todo o Estado do modelo do Embarque Digital, programa criado durante sua gestão no Recife para formar jovens em tecnologia em parceria com instituições de ensino e empresas.

João prometeu criar 10 mil vagas de formação superior na área de tecnologia em quatro anos. Segundo ele, o programa municipal já alcançou 2,5 mil jovens, todos oriundos da rede pública, e registra média de 65% de empregabilidade na área de tecnologia no momento da formatura.

O candidato também prometeu duplicar a rede de ensino técnico de Pernambuco e ampliar a participação de mulheres nos cursos de tecnologia. Defendeu ainda o ensino de uma segunda língua e a criação de oportunidades de intercâmbio.

Ao comparar a experiência do Recife com o restante do Estado, Campos afirmou que Pernambuco ainda não possui uma política semelhante em escala estadual. “Pernambuco não tem nada nessa área de educação tecnológica, enquanto Recife é exemplo para o Estado”, declarou.

O candidato também fez referência ao ex-governador Eduardo Campos, seu pai, ao defender que projetos considerados ambiciosos podem ser executados quando acompanhados de planejamento e capacidade de investimento.

“É decisivo sair do ambiente do palanque e governar de forma larga, tendo a capacidade de fazer, de entregar”, afirmou.

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Quaest no 1º turno: Lula, 37%; Flávio, 29%; Cury chega a 10% e se isola em terceiro

A última pesquisa Quaest para presidência da República, divulgada nesta quarta-feira (2), mostra um crescimento de Augusto Cury (Avante) no cenário de primeiro turno. Após Lula (PT), com 37%, e Flávio Bolsonaro (PL), com 30%, o escritor aparece isolado em terceiro lugar, com 10%. O levantamento foi contratado pelo jornal O Globo e pela TV Globo.

Em relação ao levantamento anterior, de 14 de agosto, Cury registra aumento de oito pontos percentuais. Na sequência aparece Renan Santos (Missão), com 3%. Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (NOVO), Pablo Marçal (PRTB) e Samara Martins (UP) tiveram 1%. Já Rui Costa Pimenta (PCO), Wilson Grassi (Democrata), Clarina Barão (DC), Edmilson Costa (PCB) e Hertz Dias (PSTU) não pontuaram. Os indecisos são 11%, enquanto que brancos, nulos e aqueles que não vão votar chegam a 7%.

No cenário sem Marçal, há pouca variação. Lula tem 37%, Flávio soma 29% e Cury marca 10%. A Justiça Eleitoral ainda jugará a viabilidade da candidatura do presidenciável, que está inelegível.

2º turno

No segundo turno, há um empate técnico entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). O petista tem 42% das intenções de voto, enquanto que o senador carioca registra 41%. Em relação ao último levantamento, a distância entre ele diminuiu de três pontos para um. Em um segundo turno com Lula (PT) e Augusto Cury (Avante), o escritor aparece com 34% contra 40% de Lula (PT).

O candidato do Missão, Renan Santos, tem 36% contra 43% de Lula. No caso de Ronaldo Caiado (PSD), a vitória do petista se daria por 42% a 37% se a eleição fosse hoje. Já Romeu Zema (Novo) perderia de 44% a 33%.

Registro

A nova pesquisa foi feita após o início do horário eleitoral gratuito e das inserções na TV e no rádio, além das entrevistas na TV Globo e em diversas outras sabatinas, como na CBN. A Quaest ouviu 2.004 eleitores entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro da pesquisa na Justiça Eleitoral é BR-07065/2026.

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Justiça Eleitoral determina que deputados Clarissa e Júnior Tércio retirem vídeo onde associam “kit gay” a adversários

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) determinou aos candidatos Clarissa Tércio (PP) e Júnior Tércio (PP) – que disputam a reeleição, respectivamente, para os cargos de deputado federal e estadual – a remoção de um vídeo, na plataforma Instagram, em que associam adversários políticos ao chamado “kit gay”.

Na decisão, assinada pelo desembargador eleitoral auxiliar Paulo Augusto de Freitas Oliveira e divulgada nesta terça-feira (1º), o magistrado concedeu prazo de 24 horas para que os deputados e a Meta, responsável pelo Instagram, fizessem a retirada do conteúdo, sob pena de R$ 10 mil por dia em caso de descumprimento. Ao g1, a defesa de Clarissa e Júnior Tércio disse que, apesar de ter apresentado uma contestação à Justiça Eleitoral, cumpriu a decisão liminar.

A ação que levou à decisão do TRE-PE foi movida pela vereadora do Recife Jô Cavalcanti (PSOL), que disputa, nesta eleição, uma vaga para Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). No vídeo, os parlamentares Clarissa e Júnior Tércio indicam defender a família, enquanto instituição, e que “eles”, em referência a adversários políticos, são favoráveis ao “kit gay”.

A expressão “kit gay” faz referência a um material para formação de professores previsto no projeto “Escola sem Homofobia”, integrado ao programa “Brasil sem Homofobia”, do governo federal, de 2004. Apesar de ter sido amplamente divulgado pelo candidato Jair Bolsonaro nas eleições de 2018, o projeto não chegou a ser colocado em prática, e também não previa distribuição para estudantes.

O desembargador auxiliar Paulo Augusto de Freitas Oliveira avaliou, em sua decisão, que a declaração feita pelos deputados faz menção a um conteúdo de “caráter desinformativo”, já reconhecido assim pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Então, constituindo propaganda eleitoral irregular.

“Também merece destaque que a ilicitude ora examinada não decorre da simples utilização da expressão ‘kit gay’, abstratamente considerada. O que assume relevância é sua utilização concreta, em propaganda eleitoral, como atributo do campo político adversário, acrescida de elemento visual diretamente relacionado à temática, reproduzindo, em tese, o núcleo de narrativa que já recebeu pronunciamento específico da Justiça Eleitoral”, ponderou.

O desembargador ainda determinou que a plataforma TikTok, da empresa chinesa de tecnologia ByteDance, seja notificado para atuar preventivamente contra a divulgação de publicações que reproduzam contúdos do tipo.

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Passageiro de ônibus é detido pela PRF com cocaína e skank em Serra Talhada

Dois tabletes de skank, considerada uma

Um passageiro de ônibus que transportava 2,2 Kg de skank e cerca de um quilo de cocaína foi detido, na madrugada de segunda-feira (31), pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). O flagrante foi realizado durante a fiscalização a um veículo de transporte coletivo, na BR 232, em Serra Talhada, no Sertão de Pernambuco.

De acordo com a PRF, os policiais realizavam uma blitz para prevenir sinistros com ônibus, quando abordaram um veículo que havia saído de Belém, no Pará, em direção ao Recife. Durante a verificação das bagagens, a equipe percebeu que um dos passageiros estava bastante inquieto na poltrona.

“Ao ser questionado sobre onde estava a bagagem dele, o homem assumiu a propriedade de uma mochila. Quando a equipe abriu a bolsa, encontrou dois tabletes de uma substância semelhante a skank, considerada uma “supermaconha”, e um tablete de cocaína“, explica a nota divulgada pela coorporação.

O passageiro admitiu que havia sido contratado para transportar a droga de Belém até Caruaru. Ele disse também que deixaria a droga no guarda-volumes do terminal rodoviário.

O homem foi conduzido junto com os entorpecentes à Delegacia de Polícia Civil de Serra Talhada. Ele poderá responder pelo crime de tráfico de drogas, que prevê pena de cinco a 15 anos de reclusão.

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145 municípios de Pernambuco ainda não concretizaram Planos para Primeira Infância, apesar de avanços

Crianças em creche da Prefeitura do Recife em 2025/Foto: Sandy James/DP Foto

O levantamento do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) sobre os Planos Municipais pela Primeira Infância (PMPI) e Orçamento Criança no estado aponta que 145 cidades falham no monitoramento da execução de ações voltadas para crianças entre 0 e 6 anos de idade ou não implementaram o PMNI, mesmo com o aumento de 127% no número de planos aprovados definitivamente.

De acordo com o relatório, divulgado nesta segunda-feira (31), o estado conta atualmente com 116 municípios (63%) com PMPI aprovado por leis municipais, quantitativo que representa mais do que o dobro dos 51 contabilizados no levantamento do ano passado.

Apesar do aumento, apenas 20 municípios (10,9%) comprovaram monitorar integralmente a execução, com 145 municípios (78,8%) que sequer instituíram os PMPI ou não demonstraram utilizar rotinas de acompanhamento das ações previstas.

Além desse quantitativo, outros 19 municípios (10,3%) atenderam de forma parcial o monitoramento da execução das políticas públicas, apresentando ao TCE-PE evidências incompletas ou inconsistentes sobre o estágio de acompanhamento das metas.

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PGR pede anulação de investigação sobre conversas de Moraes e Vorcaro

Procurador-Geral da República, Paulo Gonet.

/Foto: Antonio Augusto/STF

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu na noite desta terça-feira (1º) a nulidade da investigação da Polícia Federal (PF) que encontrou as mensagens trocadas entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF)

Na manifestação enviada à Corte, Gonet disse que o relator do caso, ministro André Mendonça, investigou Moraes ilegalmente ao determinar o aprofundamento da investigação sobre o caso Master para esmiuçar as conversas envolvendo Moraes e o ex-banqueiro.

No entendimento do procurador, o aprofundamento da apuração só poderia ocorrer após autorização do plenário da Corte.

No entendimento do procurador, eventual investigação contra Moraes deveria ser direcionada o presidente da Corte, Edson Fachin, que levaria do caso ao plenário, e não diretamente para execução da PF.

“A ordem dada à autoridade policial para investigar pessoas específicas, sem pedido do Ministério Público e sem iniciativa da autoridade policial, é nula, por exceder os limites de competência do magistrado na fase pré-processual”, afirmou Gonet.

O parecer enviado após Mendonça pedir que a PGR se manifestasse sobre o relatório da PF que faz menções ao ministro Alexandre de Moraes e o próprio procurador-geral.

As citações aos nomes de Moraes e Gonet foram captadas pela PF a partir da quebra de sigilo do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, alvo das investigações da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras no Banco Master. O sigilo do relatório de investigação foi retirado nesta terça-feira (1°).

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