SUS: três novos medicamentos contra câncer de pulmão chegam em outubro

— Foto: Banco de Imagens

O Sistema Único de Saúde (SUS) passará a disponibilizar, a partir de outubro, brigatinibe, gefitinibe e durvalumabe para pacientes com determinados tipos e estágios de câncer de pulmão.

Segundo o Ministério da Saúde, a distribuição será gradual e poderá beneficiar cerca de 1,9 mil pessoas. Os medicamentos fazem parte da implantação da Assistência Farmacêutica em Oncologia (AF-Onco), nova política voltada à organização da compra e do financiamento de tratamentos contra o câncer.

Apesar de os três medicamentos terem sido apresentados como novas ofertas, as incorporações ocorreram em anos diferentes. O gefitinibe foi aprovado para o SUS em 2013, o durvalumabe em 2024 e o brigatinibe em 2025. A novidade agora está relacionada à estruturação do fornecimento dentro do novo modelo.

O brigatinibe e o gefitinibe são terapias-alvo e indicados para pacientes cujos tumores apresentam alterações moleculares específicas. Já o durvalumabe é uma imunoterapia, que atua estimulando o sistema imunológico a reconhecer e combater as células cancerígenas.

brigatinibe será destinado a pacientes com câncer de pulmão de células não pequenas, localmente avançado ou metastático, que apresentem alteração ALK positiva. Já o gefitinibe é indicado para casos avançados ou metastáticos que tenham mutação no gene EGFR.

O durvalumabe, por sua vez, será utilizado em pacientes com câncer de pulmão de células não pequenas em estágio III, que não podem ser submetidos à cirurgia e cuja doença não tenha avançado após quimioterapia e radioterapia.

De acordo com o Ministério da Saúde, brigatinibe e gefitinibe podem custar, juntos, mais de R$ 604 mil por ano na rede privada. O tratamento com durvalumabe pode ultrapassar R$ 643 mil anuais.

A AF-Onco prevê ainda a disponibilização de outros medicamentos de alto custo. Ao todo, são 23 tratamentos, com expectativa de beneficiar mais de 100 mil pacientes e orçamento anual estimado em R$ 2,1 bilhões.

A distribuição, no entanto, não ocorrerá de forma imediata para todos os pacientes. O governo prevê uma implementação gradual, que dependerá das negociações com fabricantes, aquisição dos medicamentos e organização dos serviços responsáveis pelo atendimento.

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Águas Belas, Betânia e Buíque: Bruno Marques percorre Sertão e Agreste, reúne multidões e fortalece campanha rumo à Alepe

O pré-candidato a deputado estadual Bruno Marques cumpriu, neste domingo (30), uma intensa agenda pelo interior de Pernambuco, com passagens por Águas Belas, Betânia e pelo povoado da Ribeira, em Buíque. Ao longo do dia, Bruno participou de encontros políticos, conversou com a população e fortaleceu alianças com lideranças de diferentes regiões do Estado.

A agenda começou em Águas Belas, no Ouricuri, onde Bruno participou de um encontro ao lado do prefeito, da vice-prefeita, do vereador indígena Valdo, representante da comunidade, e dos vereadores Erinaldo, Tairone e Cristiane. O momento foi marcado pelo diálogo e pela aproximação com lideranças e representantes da população local.

Em seguida, Bruno Marques esteve em Betânia, onde foi recebido com entusiasmo durante um grande adesivaço. A mobilização reuniu moradores, apoiadores e lideranças políticas, entre elas o prefeito Bebê Água e vereadores do município, reforçando a presença do grupo e a construção de novas alianças na região.

Fechando a agenda, Bruno seguiu para o povoado da Ribeira, em Buíque, para um encontro com amigos, apoiadores e lideranças locais. A reunião foi liderada pelos ex-vereadores Deca de Zé de Napo e Dodô e contou ainda com a participação dos vereadores Weldson, Janice da Saúde e Elson.

A maratona de compromissos reforça uma estratégia que tem marcado a caminhada de Bruno Marques: estar presente nos municípios, ouvir as demandas da população e construir alianças diretamente com quem conhece a realidade de cada região.

De Águas Belas a Buíque, passando por Betânia, Bruno encerrou mais um dia de estrada ampliando sua rede de apoios e fortalecendo o diálogo com lideranças e comunidades do Agreste e Sertão.

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Correios caminham para encerrar o ano com pior resultado da história

A sede dos Correios em Brasília

Em meio a um processo de reestruturação que já dura meses e com a perspectiva de obter injeção bilionária de recursos da União em 2027, os Correios viram seu prejuízo no primeiro semestre aumentar 30,4% na comparação com igual período do ano passado e somar R$ 5,5 bilhões.

Na proposta de lei orçamentária de 2027 que o governo encaminha hoje ao Congresso, a estatal contará com a garantia de aporte de R$ 6 bilhões no próximo ano, em um sinal de que a crise ainda está longe do fim.

A expectativa do próprio governo é que os Correios encerrem este ano com o pior resultado de sua história, superando a perda recorde de R$ 8,5 bilhões registrada em 2025. O governo alega que a estatal voltará ao lucro em 2027.

Perda menor no 2º tri
A estatal destaca que os resultados do segundo trimestre — quando teve prejuízo de R$ 2,4 bilhões, valor 5,5% inferior ao registrado em igual período de 2025 — já refletem os efeitos do plano de reestruturação, com redução das despesas com pessoal e melhoria do perfil do endividamento.

Analistas ponderam que o problema estrutural permanece. Ou seja, sim, as perdas foram menores, mas o avanço está longe da magnitude necessária para estancar a crise.

A empresa continua operando com margem bruta muito apertada, diz Daniel Pecanka de Andrade, especialista em finanças. Esse indicador mostra o percentual da receita de vendas que sobra após a dedução dos custos diretos de produção ou aquisição de produtos e serviços. No primeiro semestre, a margem foi de R$ 274,5 milhões em valor, considerando receita de R$ 7,9 bilhões menos o custo das entregas. É com essa diferença que a empresa precisa pagar despesas administrativas, comerciais e financeiras.

—Apesar de o prejuízo ter caído no segundo trimestre, não dá para falar em avanço operacional — diz Pecanka.

Ele acrescenta que os ganhos no período são tímidos frente ao tamanho dos problemas: o custo com pessoal entre o período de janeiro a junho de 2025 e 2026 recuou 4,2%, o que representou economia de R$ 233,7 milhões.

A análise do especialista indica que a estatal apenas ganhou fôlego depois de ter recebido empréstimo de R$ 12 bilhões no ano passado com garantia do Tesouro Nacional. Mesmo esse fôlego se mostrou temporário. A direção da companhia negocia novo empréstimo de R$ 7 bilhões em condições iguais.

E a conta não termina aí. Para dar viabilidade à estatal no próximo ano, o governo incluiu em sua proposta orçamentária a nova injeção de R$ 6 bilhões. O montante não é à toa. Ele fez parte da negociação para a obtenção da linha de crédito do ano passado, que foi discutida com um grupo de bancos em dezembro.

Em nota conjunta, os ministros das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho; da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck; e do Planejamento, Bruno Moretti, afirmaram, ontem, que o objetivo é dar estabilidade à empresa.

“Com isso, a estatal terá maior estabilidade para seguir negociando com seus clientes e fornecedores, em direção ao bom andamento do seu Plano de Reestruturação e recuperação dos resultados financeiros positivos da empresa”, afirma a nota.

No texto, os ministros dizem que, desde o início do plano de reestruturação, lançado em dezembro de 2025, a empresa tem tomado medidas para reduzir despesas, ampliar receita operacional e equacionar o fluxo de caixa.

Para Pecanka, o plano de reestruturação divulgado é genérico, cita apenas medidas como plano de desligamento voluntário (PDV), fechamento de unidades e venda de imóveis. Segundo ele, faltam detalhes, como receitas e despesas de todas as unidades de negócio: serviço postal, encomendas e mercado internacional.

Para o economista, professor e ex-secretário de Coordenação e Governança das Empresas Estatais, Fernando Soares, o plano de reestruturação em execução nos Correios é insuficiente para reerguer a empresa. Ele afirmou que a forte concorrência no setor de entrega de encomendas e a queda do serviço postal exigem corte drástico da despesa com pessoal.

Ele argumenta que, no futuro, recursos do Orçamento poderão ser usados para pagar despesas com pessoal e que, diante disso, o ideal seria transformar os Correios em estatal dependente para aumentar as amarras em relação às despesas.

Para reduzir o quadro de pessoal de forma proporcional à queda na atividade, Soares sugere que o governo abra discussão com o Judiciário para permitir demissões sob o argumento de deterioração da situação financeira da empresa.

— Essa questão precisa ser enfrentada, o Executivo tem que abraçar e recorrer ao Judiciário— diz Soares.

Na rodada de entrevistas da TV Globo com os candidatos à Presidência da República, o presidente Lula afirmou, na quinta-feira, que não pretende vender os Correios. O ex-presidente Jair Bolsonaro tentou privatizar a companhia, mas a medida não avançou.

O balanço do semestre apontou queda nas receitas do segmento internacional de R$ 460,4 milhões e aumento nas despesas comerciais de janeiro a junho. De acordo com nota explicativa, no caso das unidades terceirizadas, o aumento de custos está relacionado ao maior volume de receitas comercializadas e ao reajuste tarifário aplicado no período.

Pecanka chama a atenção para a qualidade do serviço e pondera que o próprio balanço aponta aumento do gasto com indenizações, decorrentes da quantidade de objetos entregues fora do prazo, sobretudo no primeiro trimestre.

A nota interministerial destaca que o balanço do segundo trimestre mostra alongamento e barateamento da dívida, com a empresa tendo encerrado o período sem nenhum empréstimo vencendo no curto prazo, quitação de empréstimo mais oneroso e alongando a dívida de 18 para 180 meses.

A direção da estatal informou que, com o empréstimo de R$ 12 bilhões, quitou antecipadamente a dívida bancária de R$ 1,8 bilhão contratada em 2025. Outro ponto citado foi a regularização dos passivos vencidos, o que gerou uma economia de R$ 322 milhões.

A empresa afirma que a despesa com pessoal recuou 4%, mesmo com o reajuste salarial de 5,1%, reflexo do PDV, que já desligou 6.545 empregados, 2.767 deles apenas neste semestre.

‘Resultado desafiador’
Para dar continuidade ao plano, os Correios abriram novo PDV voltado exclusivamente ao fechamento de mil postos entre agências e unidades de tratamento de carga. A empresa busca avançar em parcerias com o setor público, como aluguel de balcões e com o setor privado.“O resultado acumulado do semestre permanece desafiador e reforça a necessidade de continuidade e execução consistente das medidas de reestruturação. A prioridade dos Correios é a recuperação sustentável das receitas, o aumento da eficiência operacional, a revisão de despesas e contratos e a modernização do modelo de negócios, preservando a qualidade e a cobertura dos serviços prestados à população”, disse a empresa em nota.

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Brasil participa de pesquisa inédita que busca a cura da hepatite B

Duas universidades públicas brasileiras se uniram a instituições internacionais na busca de novos tratamentos e até mesmo de uma cura para a hepatite B

Duas universidades públicas brasileiras se uniram a instituições internacionais na busca de novos tratamentos e até mesmo de uma cura para a hepatite B.

O consórcio é liderado pela Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, e é composto por grupos de pesquisa do Brasil, Índia, Senegal e Uganda. O Brasil é representado pelo Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes da Universidade Federal do Espírito Santo (Hucam-Ufes) e pela Universidade de São Paulo (USP).

A pesquisa global irá observar, a nível celular, tanto o comportamento do vírus em pacientes de diferentes países como as respostas imunológicas das pessoas infectadas. Serão analisadas também pessoas infectadas ao mesmo tempo por hepatite B e HIV.

“A hepatite B não tem cura, esse é o grande objetivo global”, diz a professora do Hucam-Ufes, referência no assunto, Tânia Reuter. “O primeiro objetivo é eliminar as hepatites virais, no nosso caso aqui, eliminar a hepatite B como problema de saúde pública até 2030”, enfatiza.

Pesquisa inédita
O consórcio foi criado em 2023, mas acabou sendo suspenso em 2024 e retomado no ano seguinte. No Brasil, o estudo teve início este ano e deverá durar cerca de 5 anos. A metodologia integra pesquisa científica básica com prática clínica.

Reuter explica que os pesquisadores irão observar 600 pacientes com hepatite B e com a coinfecção por hepatite B e HIV por cerca de quatro anos e meio cada. Serão 150 pacientes de cada país. Desses, 75 serão analisados pela equipe dela.

O estudo pretende identificar o que faz com que o vírus evolua diferentemente em cada paciente, quais características genéticas são capazes de proteger as pessoas de uma evolução mais rápida e quais subpartículas do vírus podem funcionar como preditores de cura ou de tratamento.

“Eu quero descobrir alvos que possam auxiliar no manejo para cura da hepatite B”, explica a pesquisadora. “[O que for achado] pode ser um alvo para desenvolvimento de fármacos, sejam imunoestimuladores, imunomodulador, etc”, diz.

Reuter iniciou o recrutamento dos pacientes em julho e, até o momento, conta com 40 participantes. Ela pretende ter o grupo de 75 completo até o final deste ano. O prazo dado pela pesquisa é até meados de 2027.

“O vírus da hepatite B é um dos maiores causadores de câncer hepático. Câncer primário de fígado ou hepatocarcinoma”, diz. “A gente está aqui trabalhando para mitigar a evolução de cirrose e câncer hepático”, enfatiza Reuter.

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Prefeitura de Afogados vai inaugurar uma rua e duas travessas essa semana

A Prefeitura de Afogados vai ao bairro Padre Pedro Pereira inaugurar a pavimentação da Rua Pedro Soares de Siqueira e suas duas travessas.

Foram pavimentados 2.975 metros quadrados das três vias, em um investimento de 392 mil Reais.

A inauguração acontece nesta quarta-feira, 2 de setembro, a partir das 16h30. A rua e suas travessas ficam próximas ao CRAS.

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Raquel Lyra aciona PF e Polícia Civil contra cartazes apócrifos e pede respeito à família

Governadora Raquel Lyra (PSD)

A governadora de Pernambuco e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) acionou, neste domingo (30), as polícias Federal e Civil após a circulação de cartazes apócrifos com ataques pessoais contra ela em pontos do Recife. Segundo a campanha, foram registrados boletins de ocorrência para que o caso seja investigado.

Raquel também publicou um vídeo nas redes sociais em que aparece emocionada ao comentar os materiais, que fazem referência à morte do marido, Fernando Lucena, em 2022. A governadora pediu respeito à família, aos filhos e à memória do empresário.

“Eu entrei no carro pra seguir minha agenda hoje, Zona da Mata Sul, e, como eu sempre faço, eu abri o Instagram pra ver o que que tava acontecendo, né, eu sempre faço isso. E pude ver de perto a crueldade de quem não tem limites. Respeite minha família, respeite meus filhos, respeite quem não tá mais aqui, respeite minha dor”, afirmou Raquel.

Os cartazes apareceram em pontos do Recife neste domingo e não apresentam identificação de autoria. Uma das peças traz uma fotografia da governadora acompanhada da frase “Ela matou o marido para ganhar a eleição”.

Outro material utiliza uma montagem na qual Raquel aparece ao lado de Elize Matsunaga e Flordelis, acompanhada da expressão “Matadoras de maridos”.

Também foi identificado um cartaz com uma imagem manipulada em que a governadora aparece abraçada ao candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), com os dizeres “Chapa anti-Lula”.

Campanha também acionará Ministério Público Eleitoral

Além das medidas junto às polícias Federal e Civil, a coligação Pernambuco de Coração, que sustenta a candidatura de Raquel, informou que acionará o Ministério Público Eleitoral (MPE) para pedir a investigação do caso.

Até o momento, não há identificação pública dos responsáveis pela produção ou pela instalação das peças.

Antes da manifestação de Raquel, adversários da governadora na disputa pelo Palácio do Campo das Princesas já haviam repudiado os cartazes.

A Frente Popular de Pernambuco, coligação do candidato João Campos (PSB), afirmou que adotará medidas perante a Justiça Eleitoral para pedir a investigação da produção e disseminação de conteúdos apócrifos contra candidaturas.

“Não aceitaremos ataques anônimos, crimes contra a honra ou qualquer prática que viole a legislação eleitoral e tente degradar o debate público”, afirmou a coligação.

João Campos chama cartazes de “completo absurdo”

O candidato João Campos também publicou um vídeo nas redes sociais para repudiar o material e afirmou que acionará a Justiça para pedir a investigação dos cartazes.

“Esses panfletos apócrifos que estão circulando hoje, isso é um completo absurdo”, afirmou.

João disse ainda que não aceitará que o conteúdo seja atribuído a ele ou à campanha e afirmou que quem fizer essa associação deverá responder judicialmente. Na gravação, o socialista lembrou a morte do pai, o ex-governador Eduardo Campos, durante a campanha presidencial de 2014, e comparou a experiência à perda de Fernando Lucena por Raquel durante a eleição de 2022.

“Eu perdi meu pai durante uma eleição, a candidata Raquel perdeu um marido durante a eleição. E eu não admito nem que a minha família, nem que nenhuma família seja atacada nessa eleição. Isso está fora da política. Isso é um absurdo”, declarou.

O candidato afirmou que também está recorrendo à Justiça para pedir que a autoria dos materiais seja apurada.

“Eu estou entrando agora também à Justiça para que possa investigar esses panfletos. Para que a Justiça Eleitoral investigue de forma rigorosa, descubra quem fez e possa punir na forma mais severa da lei”, disse.

O candidato Ivan Moraes (PSOL) também condenou o episódio, pediu a identificação e responsabilização dos responsáveis e declarou solidariedade à governadora.

“A pessoa ou quadrilha responsável pelos cartazes ofensivos contra a governadora precisa ser identificada e responsabilizada urgentemente. Não se pode compactuar com um absurdo desses. A investigação tem que ser profunda e exemplar. Minha solidariedade a Raquel Lyra”, afirmou, em publicação no X.

O senador e candidato à reeleição Humberto Costa (PT) também repudiou os cartazes contra Raquel Lyra e afirmou que a campanha eleitoral em Pernambuco vive uma “escalada de agressões”.

Em publicação nas redes sociais, Humberto citou, de um lado, as denúncias recentes sobre uma suposta estrutura de ataques contra João Campos e, de outro, os cartazes contra Raquel. O petista defendeu que a campanha seja pautada pelo debate de propostas e afirmou que ataques à honra, mentiras e discursos de ódio não podem ser normalizados.

“Um dia, denúncias de um gabinete do ódio operando contra o candidato João Campos. No outro, um ataque vil e desumano à candidata Raquel Lyra. É preciso dar um basta a isso”, afirmou.

Humberto também defendeu que os responsáveis pelos cartazes sejam identificados e punidos “na forma da lei” e disse esperar que a campanha transcorra de maneira “limpa e ordeira”.

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URGENTE: Casa de presidente do TSE Nunes Marques em Brasília sofre incêndio

URGENTE: Casa de presidente do TSE Nunes Marques em Brasília sofre incêndio

Um vazamento no botijão de gás provocou um incêndio na casa do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, no Lago Sul, em Brasília.

O incidente ocorreu no fim da tarde deste domingo (30). Nunes Marques estava em casa com a família. Em nota, a assessoria do TSE afirmou que todos estão bem.

O botijão era ligado a um forno na área externa da casa. O incêndio foi agravado pelo telhado de acrílico do local.

Os bombeiros foram chamados e contiveram as chamas em cerca de 40 minutos.

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Conta de luz fica mais cara com bandeira amarela em setembro, segundo Aneel

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que a conta de luz terá bandeira tarifária amarela no mês de setembro. Com a mudança, os consumidores passam a pagar um valor extra de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.

Segundo a Aneel, a alteração ocorre devido ao período seco no Brasil, o que leva a uma geração hidrelétrica menor, devido ao menor nível dos reservatórios, e ao acionamento de usinas termelétricas, com custo mais elevado. O sistema de bandeiras tarifárias indica aos consumidores os custos da geração de energia no Brasil e visa atenuar os impactos nos orçamentos das distribuidoras de energia.

Antes, o custo da energia em momentos de mais dificuldades para geração era repassado às tarifas apenas no reajuste anual de cada empresa, com incidência de juros. Agora, os recursos são cobrados e transferidos às distribuidoras mensalmente por meio da “conta Bandeiras”.

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Eleições 2026: confira a agenda dos candidatos ao Governo de Pernambuco nesta segunda-feira

Os candidatos ao Governo de Pernambuco cumprem, nesta segunda-feira (31), diversas atividades de campanha.

Confira agendas:

Camila Falcão (UP)

A candidata inicia a agenda às 7h, com panfletagem e conversa com servidores no Centro Administrativo de Paulista, no Grande Recife. Às 16h, participa de panfletagem e porta a porta em Areias, no Recife. Às 18h, encerra com plenária sobre a Semana da Anistia, no Centro Cultural Manoel Lisboa, no Espinheiro, Zona Norte da capital.

Guilherme Fonseca (PSTU)

O candidato realiza panfletagem na Estação de Cavaleiro, no Metrô de Jaboatão dos Guararapes, às 6h. A partir das 11h, Fonseca estará na TV Universitária, no bairro de Santo Amaro, no Recife.

Ivan Moraes (PSOL)

O candidato e ex-vereador do Recife participa de uma sabatina na Rádio Folha, das 11h às 12h, no Centro do Recife.

Jeremias (Democrata)

O candidato terá uma série de encontros com lideranças em municípios do Grande Recife. Às 9h, em Itamaracá. Às 13h, o compromisso será em Itapissuma e, encerrando a agenda do dia, às 19h, em Igarassu.

João Campos (PSB)

O candidato e ex-prefeito do Recife participa de mini carreata às 10h, em Batateira, Belém de Maria. Às 11h, reúne lideranças em Catende; às 13h, inaugura o Espaço 40, em Joaquim Nabuco. Às 15h, participa da Caminhada 40, em Escada.

Raquel Lyra (PSD)

A candidata inicia as atividades às 12h30, com um debate sobre Habitação e Desenvolvimento Urbano (Sinduscon-PE e Ademi-PE). Às 17h30, Lyra concederá entrevista ao SBT News de forma remota.

Renan Hallais (Missão)

O candidato participa de uma reunião com o time de campanha no horário das 8h. Às 11h, Hallais concederá uma entrevista presencial para a Rádio Marim, em Olinda, no Grande Recife.

Victor Assis (PCO)

O candidato estará a partir das 9h em live de comemoração aos 5 anos da vitória do Talibã contra os EUA. Às 14h participará de uma reunião de equipe. Por fim, às 19h, Assis terá reunião com o candidato a deputado federal pelo Paraná, Gabriel Alberti. O local não foi divulgado.

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João Campos defende parceria do Estado com agricultura familiar

A agenda contou com a participação do candidato a vice-governador, Carlos Costa (Republicanos), e do candidato à reeleição ao Senado, Humberto Costa (PT). João também foi recebido pela deputada estadual Rosa Amorim (PT), que disputa uma vaga na Câmara Fed

O candidato ao governo de Pernambuco, João Campos (PSB), visitou no último sábado (29) o Assentamento Normandia, em Caruaru, no Agreste, onde participou de uma reunião com agricultores ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). O encontro teve como objetivo ouvir as principais demandas das famílias e discutir propostas para a agricultura familiar no estado.

A agenda contou com a participação do candidato a vice-governador, Carlos Costa (Republicanos), e do candidato à reeleição ao Senado, Humberto Costa (PT). João também foi recebido pela deputada estadual Rosa Amorim (PT), que disputa uma vaga na Câmara Federal.

Entre os temas discutidos estiveram o fortalecimento da produção agrícola, infraestrutura dos assentamentos, acesso à água, educação, saúde, esporte e políticas voltadas às mulheres do campo.

Durante o encontro, João Campos afirmou que a agricultura familiar deve receber maior participação do poder público, principalmente por sua importância na geração de renda e no abastecimento da população.

“O Estado tem que ser sócio da agricultura familiar. O Estado precisa colocar dinheiro para fazer infraestrutura, garantir compra pública e tirar a força do atravessador, que muitas vezes sufoca quem está produzindo”, afirmou.

O candidato também falou sobre propostas para ampliar os serviços de saúde em Caruaru. Entre as medidas citadas estão a construção do Hospital da Criança do Agreste e a reabertura do Hospital Regional Jesus Nazareno.

Segundo João, também é necessário ampliar a oferta de tratamento oncológico e de outras especialidades na região, além de investir em equipamentos e serviços de saúde.

Durante a visita, Rosa Amorim entregou a João uma carta de compromissos elaborada a partir das reivindicações apresentadas pelos integrantes do movimento. A deputada destacou que a reforma agrária envolve não apenas o acesso à terra, mas também a garantia de infraestrutura e serviços públicos para as famílias.

“A nossa luta é por terra, por casa, por infraestrutura, por água, por escola, por saúde e por cultura. A luta que nós travamos é uma luta por dignidade de vida”, declarou Rosa.

Ao final da reunião, João Campos recebeu o termo de compromissos do movimento e afirmou que pretende manter o diálogo com os movimentos sociais na elaboração de políticas para o campo.

“A luta pela água, pela terra, pela educação e pelos direitos fundamentais é o que a gente precisa. A gente precisa de gente que leve a vida real para dentro do governo”, afirmou o candidato.

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