Valor da gasolina cai nos postos pela quarta semana, diz pesquisa da ANP

preço da gasolina caiu pela quarta semana seguida nos postos de combustíveis nesta semana, de acordo com pesquisa da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Segundo a ANP, o valor médio do litro da gasolina comercializado nos postos passou de R$ 5,26 para R$ 5,21.

Desde ontem, começou a valer a alíquota fixa do ICMS para a gasolina, com valor de R$ 1,22 por litro. A expectativa é que o aumento verificado nos postos de quase todos os estado seja captado pela pesquisa da ANP apenas no próximo levantamento semanal.

Além da gasolina, o preço médio do litro do diesel nos postos caiu pela 17ª semana seguida. Passou de R$ 5,17, na semana passada, para R$ 5,10 nesta semana. Trata-se do menor patamar desde o fim de 2021, quando o litro estava em R$ 5,08.

A queda nos preços é reflexo de mudanças feitas pela Petrobras, responsável por cerca de 80% do mercado. Há duas semanas, a estatal anunciou sua nova política de preços para o diesel e a gasolina vendidos no Brasil e reduziu nos preços nas refinarias.

Fonte: Folha PE

Preço da gasolina sobe em 24 estados; confira os valores

Entra em vigor a partir desta quinta-feira (1º) a unificação nacional do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A mudança deve aumentar o preço da gasolina em 24 das 27 unidades federativas do Brasil e baixar os valores em outras três.

Até o fim de maio, a alíquota do imposto era fixada por cada estado, variando de 17% a 22%. Com a mudança, o país inteiro terá uma cobrança fixa de R$ 1,22 por litro de gasolina, segundo a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis).

A unificação deixará os preços mais altos em grande parte do país, onde a alíquota era inferior. No Mato Grosso do Sul, por exemplo, haverá aumento de R$ 0,29 por litro de combustível.

Apenas três estados brasileiros serão impactados positivamente: Alagoas, Amazonas e Piauí. Nesses locais, a cobrança anterior era mais alta do que a nova.

Alta e baixa por estado

Veja a seguir qual será o aumento ou a redução no preço do litro da gasolina em cada estado, segundo dados da Fecombustíveis:

Alta

  1. Mato Grosso do Sul: R$ 0,2967
  2. Rio Grande do Sul: R$ 0,2902
  3. Goiás: R$ 0,2872
  4. Amapá: R$ 0,2722
  5. Mato Grosso: R$ 0,2686
  6. Santa Catarina: R$ 0,2678
  7. São Paulo: R$ 0,2574
  8. Paraíba: R$ 0,2571
  9. Pernambuco: R$ 0,2557
  10. Espírito Santo: R$ 0,2532
  11. Minas Gerais: R$ 0,241
  12. Paraná: R$ 0,216
  13. Rio de Janeiro: R$ 0,2071
  14. Distrito Federal: R$ 0,1949
  15. Rondônia: R$ 0,1711
  16. Sergipe: R$ 0,1699
  17. Roraima: R$ 0,167
  18. Pará: R$ 0,1409
  19. Maranhão: R$ 0,1239
  20. Bahia: R$ 0,0781
  21. Ceará: R$ 0,0666
  22. Tocantins: R$ 0,0524
  23. Acre: R$ 0,0346
  24. Rio Grande do Norte: R$ 0,0154

Queda

  1. Piauí: R$ 0,1195
  2. Amazonas: R$ 0,1106
  3. Alagoas: R$ 0,0353

Fonte: Terra Brasil

Vale a pena comprar carro no Brasil? IPVA, seguro e combustível devem entrar na conta na hora de decidir

Com o aumento no preço dos carros novos e usados, maiores custos com manutenção e combustíveis ainda caros, será que vale a pena comprar um carro no Brasil? Especialistas ouvidos pelo GLOBO avaliam que outras alternativas devem ser consideradas pelo consumidor, como gastar com aplicativos de transporte ou serviços de aluguel.

Governo anuncia corte de impostos para carros populares

Semana passada, o governo federal anunciou medidas para reduzir o preço dos carros populares por meio de descontos em impostos federais, com planos para diminuir o valor dos veículos de entrada em ao menos 1,5% e no máximo em 10,96%.

Mesmo com a adoção da medida, prevista para os próximos quinze dias, Antônio Jorge Martins, coordenador de cursos automotivos na Fundação Getulio Vargas (FGV), explica que o consumidor deve sempre pensar no quanto o carro deve depreciar ao longo dos anos.

Gol aposentado: veja versões de um dos carros mais populares do país

— Há marcas de carros que depreciam menos, enquanto outras depreciam mais. Qual será a diferença entre o valor de compra e o valor de revenda? O consumidor deve considerar isso. É preciso amortizar o investimento — lembrou o especialista.

Além disso, existem diversas despesas que se somam ao custo final da compra de um automóvel, mas não existem na locação ou em serviços de carros por assinatura. É o caso de gastos com emplacamento e licença, que subiram 22,13% nos últimos 12 meses, segundo o Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA).

Preço dos carros em alta

Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) também encareceu neste ano por ter seu pagamento calculado com base no preço dos veículos, que tiveram aumento significativo depois da pandemia.

A crise sanitária paralisou grande parte das montadoras e o choque na oferta pressionou os custos de automóveis zero quilômetro. Com as despesas repassadas ao consumidor, a inflação entre carros novos chegou a 5,19% nos últimos doze meses.

Ao mesmo tempo, os custos de mão de obra para manutenção aumentaram. Em grande parte, dizem especialistas, porque os brasileiros deixaram de vender carros usados para comprar modelos novos, diante de um cenário de juros mais altos.

— Quanto mais você segura esse bem durável, mais aumenta sua necessidade de manutenção. Por mais que o preço do combustível tenha caído, os serviços de manutenção não estão em tendência de queda — disse Matheus Peçanha, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV).

Outro ponto foi o aumento das apólices de seguro para automóveis. A inflação acumulada em doze meses ficou em 11,65%, segundo os dados do IBGE. Para Roberto Lima Filho, professor de Engenharia de produção da Coppe/UFRJ, o aumento no valor pode estar relacionado ao fim da pandemia, quando o volume de carros nas ruas voltou a subir.

Fonte: O Globo

Imposto de Renda 2023 começa a ter restituição paga; Veja quem recebe e calendário

A Receita Federal começará a pagar o 1º lote de restituição na próxima quarta-feira (31) — dia em que também se encerra o prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda 2023. 

Segundo o órgão, o crédito contemplará mais de 4 milhões de contribuintes e soma cerca de R$ 7,5 bilhões em pagamentos — o maior valor já pago pelo Fisco em um lote de restituição na história.

Ainda de acordo com a Receita, todo o valor será destinado a contribuintes que têm prioridade no recebimento. Ao total, são: 

  • 246.013 contribuintes idosos acima de 80 anos;
  • 2.464.031 contribuintes idosos entre 60 e 79 anos;
  • 163.859 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave;
  • 1.052.002 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;
  • 204.020 contribuintes que receberam prioridade por terem utilizado a declaração pré-preenchida ou optado por receber a restituição via PIX.

Os pagamentos das restituições do IR 2023 serão feitos em cinco lotes, segundo informações da Receita. O prazo para entrega das declarações começou em 15 de março. 

Veja as datas dos pagamentos:

  • 1º lote: 31 de maio
  • 2º lote: 30 de junho
  • 3º lote: 31 de julho
  • 4º lote: 31 de agosto
  • 5º lote: 29 de setembro

Como vou receber a restituição?

O pagamento da restituição é realizado na conta bancária informada pelo contribuinte na declaração de Imposto de Renda, de forma direta ou por indicação de chave PIX. 

Como saber se tenho algum valor a receber?

Para saber se a restituição está disponível, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet e clicar na opção “Meu Imposto de Renda”. Em seguida, basta clicar em “Consultar a Restituição”. 

A Receita Federal lembrou que disponibiliza, também, aplicativo para tablets e smartphones que permite consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF. 

Malha fina

Ao realizar a consulta, o contribuinte também poderá saber se há alguma pendência em sua declaração que impeça o pagamento da restituição, ou seja, se ele caiu na chamada “malha fina”. 

Para saber se está na malha fina, os contribuintes também podem acessar o “extrato” do Imposto de Renda no site da Receita Federal no chamado e-CAC (Centro Virtual de Atendimento). 

Para acessar o extrato do IR, é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal ou certificado digital emitido por autoridade habilitada.

As restituições de declarações que apresentam inconsistência (em situação de malha) são liberadas apenas depois de corrigidas pelo cidadão, ou após o contribuinte apresentar comprovação de que sua declaração está correta.

Fonte: G1

Milhões de brasileiros têm dificuldades de pagar suas dívidas

A mercadoria que garante o ganha-pão de Guilherme Nogueira fica todos os dias, de segunda a sexta-feira, espalhada pelo chão de uma calçada na rua Uruguaiana, no centro da cidade do Rio de Janeiro. O jovem, de 28 anos, tinha um emprego formal, com carteira assinada até 2020.

Com a chegada da pandemia de covid-19, ele foi demitido e, desde então, tem que se virar como pode, para garantir o seu sustento e o de seu filho. Atualmente, vende mochilas que ficam expostas em uma lona para pessoas que transitam pela movimentada rua carioca.

“Tem dia que vende, tem dia que não vende. Tem dia que vende cinco, oito mochilas. Em outros, vende duas. É difícil, os guardas [municipais] querem pegar [apreender] as mochilas”, lamenta Guilherme.

A perda do emprego também o envolveu em uma situação que atinge hoje 66 milhões de brasileiros, segundo dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL): o jovem não consegue pagar suas contas.

Sem uma fonte de renda estável, Guilherme não consegue saldar suas dívidas com o cartão de crédito. “Eu não tinha condições de pagar o banco. Fiz um cartão de crédito e não tinha dinheiro na hora pra pagar. Tenho dívidas com cartão de dois bancos”, conta. “Não tenho nenhum plano para conseguir pagar isso. Está difícil”.

A inadimplência, ou seja, as contas ou dívidas em atraso, atinge, segundo o CNDL, quatro entre dez brasileiros adultos.

O número de dívidas em atraso no Brasil, em abril deste ano, cresceu 18,42% em relação ao mesmo período do ano passado. A dívida com os bancos é, segundo o CNDL, o principal motivo da inadimplência: 63,8% do total.

E, assim como Guilherme, em média os brasileiros inadimplentes devem a duas empresas. Quase metade dos brasileiros na faixa etária a qual pertence o vendedor ambulante (25 a 29 anos) estão na inadimplência.

Mas não são apenas os jovens que enfrentam o problema, nem os bancos são a única fonte das dívidas difíceis de pagar. Seu José Raimundo, de 67 anos, também é autônomo. Trabalha há anos como engraxate, a poucos metros de onde Guilherme vende suas mochilas.

E assim como o colega vendedor, foi muito impactado pela pandemia. Ainda sem conseguir contar com uma aposentadoria – ele deu entrada no Benefício Assistencial ao Idoso, mas ainda não recebeu o aval da Previdência Social para receber o dinheiro – ele perdeu grande parte da clientela que usava seus serviços antes da covid-19.

“Só por causa da pandemia, fiquei quase dois anos em casa. Depois fiquei doente, sem poder fazer nada. Fiquei três anos e pouco sem trabalhar. E aí foi atrasando tudo. Minha mulher sozinha pagando tudo: água, luz, telefone. O que eu mais atrasei foi a conta de água. Na hora que sair o benefício [da Previdência], eu vou conversar com a concessionária e parcelar. Não quero ficar devendo nada a ninguém. Não tenho essa índole de mau pagador”, conta o engraxate que retomou recentemente seu ofício.

Três em quatro idosos com 65 a 84 anos estão com dívidas em atraso no país. Água e luz respondem por 11,1% das inadimplências, percentual parecido com o do comércio, que representa 11,6% das dívidas não pagas.

E a inadimplência não poupa nem quem tem emprego formal. Alessandro Gonçalves tem 30 anos e trabalha como porteiro em um prédio comercial no centro da cidade do Rio.

Todo mês, ele precisa fazer malabarismos para garantir que seu dinheiro supra suas necessidades diárias. E isso envolve atrasar o pagamento de algumas contas. “É aquela dificuldade rotineira. Você tem uma conta pra pagar e não consegue. Chega no final do mês, pega o dinheiro pra pagar a conta e não consegue. O salário nosso, a gente faz uma conta e, quando chega no final do mês, não dá pra pagar. E aí a gente tem que atrasar as contas”.

Renda

Segundo Merula Borges, especialista em finanças da CNDL, a perda de renda é um dos motivos que levam as pessoas à inadimplência.

“Na pesquisa, quando as pessoas foram perguntadas sobre o motivo de elas terem entrado na inadimplência, elas disseram que tiveram perda de renda ou de si próprios, ou de alguém da família”, afirma Merula. “Isso é natural já que, quando a renda é menor, o espaço que os itens básicos ocupam no orçamento familiar é maior e as pessoas têm menos possibilidade de lidar com algum imprevisto que aconteça”.

Segundo a especialista, quem tem renda menor também precisa de mais disciplina financeira para evitar a inadimplência.

“Existe, sim, uma possibilidade de as pessoas se manterem adimplentes, apesar da renda mais baixa, mas é muito mais difícil. Então, o foco daquele que tem uma renda menor precisa ser em melhorar a qualificação, procurar cursos gratuitos, possibilidades de melhorar a própria renda para entrar em uma situação um pouco mais confortável”.

Merula diz que são necessárias políticas públicas que ajudem os brasileiros a saírem dessa situação de inadimplência. O governo federal prepara um programa, chamado Desenrola, que pretende renegociar até R$ 50 bilhões em dívidas de 37 milhões de pessoas físicas.

A política está sendo preparada pelo Ministério da Fazenda, que, em resposta àAgência Brasil, afirmou que “não se manifesta sobre medidas em elaboração”.

Fonte: Portal toca News

Montadoras podem retirar itens para reduzir preço de carros; saiba mais

Cada montadora pode mexer um detalhe ou outro para que tenha mais competitividade, diz presidente da Anfavea

A intenção do governo de baratear os preços dos veículos deve fazer com que os carros populares deixem de ser vendidos pelas montadoras com alguns acessórios e itens de série, aqueles itens de fábrica que são produzidos em larga escala e de forma padronizada.

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores(Anfavea), Márcio Lima Leite, disse nesta quinta-feira, 25, que é possível que os preços dos veículos novos caiam para menos de R$ 60 mil. No entanto, as montadoras podem retirar itens do carro para atingir esse valor.

Cada montadora pode mexer um detalhe ou outro para que tenha mais competitividade ao seu corpo“, disse Leite a jornalistas após participar do seminário promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na capital paulista, para celebrar o Dia da Indústria.

Segundo Leite, entretanto, itens considerados de segurança como, por exemplo, cinto de segurança e barra de proteção nas portas, não poderão ser retirados pelas montadoras, pois tratam-se de itens essenciais para o consumidor e sua segurança.

“Os itens de segurança obrigatórios foram uma grande conquista para o consumidor e para sociedade; eles estão mantidos. Não há qualquer flexibilidade em relação à segurança veicular e, igualmente, não há qualquer flexibilidade em relação à questão ambiental e a um estímulo em caráter social em função do preço do veículo”, assegurou.

Carros populares

O governo federal anunciou mais cedo um programa de estímulo à indústria automotiva com o objetivo de ampliar o acesso a carros populares. Uma das principais medidas relacionadas à indústria automotiva consiste em um desconto de IPI, PIS e Cofins para veículos com valor de até R$ 120 mil.

Com as medidas, as montadoras darão descontos de 1,5% a 10,79% nos carros novos, a depender do preço do veículo, de sua eficiência energética e densidade industrial.

Fonte: Terra brasil

Governo de Pernambuco divulga calendário de pagamento do 13º do Bolsa Família; confira datas

Por meio de nota divulgada pela Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança, Juventude e Prevenção à Violência e às Drogas (SDSCJ), o Governo de Pernambuco anunciou nesta quarta-feira (24), que realizará o pagamento do 13º do Bolsa Família para os beneficiários do estado durante o mês de junho.

De acordo com a gestão Raquel Lyra, a liberação acontecerá em parcela única, obedecendo ao calendário do programa que leva em consideração o último dígito do número do NIS. Na nota divulgada nesta quarta, a gestão estadual reforçou que “o combate à fome e à pobreza e a melhoria da qualidade de vida das pernambucanas e pernambucanos são prioridade máxima e que novas ações, ainda mais amplas, no sentido de efetivamente reduzir a desigualdade social no estado serão anunciadas em breve”.

Confira o calendário de pagamento do 13º do Bolsa Família em Pernambuco:

NIS final 1: 19 de junho
NIS final 2: 20 de junho
NIS final 3: 21 de junho
NIS final 4: 22 de junho
NIS final 5: 23 de junho
NIS final 6: 26 de junho
NIS final 7: 27 de junho
NIS final 8: 28 de junho
NIS final 9: 29 de junho
NIS final 0: 30 de junho

Fonte: Blog do Marcio Fellipe

Mais de 130 mil pernambucanos serão restituídos no 1º lote do IRPF; consulta inicia quarta (24)

Mais de 130 mil contribuintes pernambucanos serão restituídos no primeiro lote do Imposto de Renda, que estará disponível para consulta a partir das 10h desta quarta-feira (24).

De acordo com a Receita Federal, no Estado, serão 130.928 beneficiados neste lote inicial, totalizando R$ 281.776.808,07 em restituição somente em Pernambuco.

Em todo o Brasil, serão 4.129.925 contemplados no primeiro lote, em restituições que somam RS 7,5 bilhões. A quantia é a maior já paga em um lote de restituição do IRPF, segundo informou a Receita Federal.

Os valores serão creditados no dia 31 maio, na conta bancária informada na declaração de Imposto de Renda, ou via PIX.

Todo o valor será destinado a contribuintes que possuem prioridade. Confira distribuição:
– 246.013 contribuintes idosos acima de 80 anos;
– 2.464.031 contribuintes entre 60 e 79 anos;
– 163.859 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave;
– 1.052.002 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;
– 204.020 contribuintes que receberam prioridade por terem utilizado a Declaração Pré-preenchida ou optado por receber a restituição via PIX.

Para saber se a restituição está disponível, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet (www.gov.br/receitafederal), clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, em “Consultar a Restituição”.

No endereço, o contribuinte que identificar alguma pendência, poderá retificar a declaração, corrigindo as informações que porventura estejam equivocadas. O acesso também pode ser feito no aplicatico da Receita Federal. 

Caso o crédito não seja realizado por desativação da conta informada, por exemplo, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil. Neste caso, o cidadão poderá reagendar o crédito dos valores pelo Portal BB, acessando o endereço eletrônico https://www.bb.com.br/irpf.

O contato também pode ser feito pela Central de Relacionamento BB, pelos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).  

Caso o contribuinte não resgate o valor da restituição no prazo de um ano, deverá requerê-lo pelo Portal e-CAC, disponível no site da Receita Federal, acessando o menu Declarações e Demonstrativos > Meu Imposto de Renda e clicando em “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”.

Fonte: Folha PE

Carteira Meu INSS+ dá desconto em farmácias, cinemas, shows e serviços

Aposentados, pensionistas e beneficiários de algum auxílio do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) já podem acessar a carteira virtual do beneficiário e o cartão Meu INSS+, que dá acesso a dados sem necessidade de impressão do comprovante.

A nova modalidade de acesso virtual foi lançada nesta segunda-feira (22) e também concede aos beneficiários descontos em farmácias, cinemas,shows, serviços, telemedicina, seguros, viagens, entre outros. Para isso, basta acessar o aplicativo ou siteMeu INSS e clicar no ícone “carteira do beneficiário”, informou o governo.

O clube de vantagens do Meu INSS+ é fruto de uma parceria entre o Ministério da Previdência, o INSS e os bancos do Brasil e Caixa Econômica Federal, que vão disponibilizar serviços aos usuários, correntistas ou não.

A Portaria que institui a carteira do beneficiário e o Meu INSS+ foi assinada pelo ministro da Previdência Carlos Lupi durante cerimônia de lançamento ocorrida no auditório do INSS, em Brasília.

Fonte: Portal Toca News

Em Pernambuco, BNB projeta contratar R$ 660 milhões em microcrédito até dezembro

Banco do Nordeste (BNB) já contratou R$ 230 milhões em Pernambuco entre janeiro e abril deste ano com o Crediamigo, programa de microcrédito urbano. Agora a meta é desembolsar mais de R$ 600 milhões até o final de 2023, somente no Estado.

Os recursos ajudaram o negócio de mais de 74 mil microempreendedores pernambucanos, o que dá uma média de contratação de R$ 3,1 mil por cliente.

O superintendente de Microfinança Urbana e Microempresa do BNB, Fabrizzio Feitosa, participa de reunião de alinhamento com gestores do BNB, no Recife, nesta segunda-feira (22).

Fonte: Folha PE